O Festival de Parintins 2025 superou expectativas com 120 mil visitantes e R$ 184 milhões em movimentação, destacando-se como exemplo de desenvolvimento sustentável na Amazônia, especialmente com a COP30 se aproximando.

O Festival de Parintins 2025 se destacou como o maior da história, atraindo 120 mil visitantes e movimentando R$ 184 milhões. Este evento cultural, realizado na Amazônia, não apenas celebra a cultura local, mas também se posiciona como um exemplo de desenvolvimento sustentável. A reportagem da EXAME, que esteve presente em junho, trouxe à tona a importância de transformar a visibilidade gerada pelo festival em benefícios duradouros para a região.
Com a proximidade da COP30, que ocorrerá em Belém, a apenas 900 quilômetros de Parintins, o festival se torna uma vitrine para as questões ambientais e sociais da Amazônia. A conferência global do clima será uma oportunidade para o mundo direcionar seu olhar para a floresta e seu povo, ressaltando a necessidade de ações concretas para a preservação e desenvolvimento sustentável.
O minidocumentário Os Corações da Floresta explora a beleza e a força de Parintins, além de discutir os desafios que a Amazônia enfrenta a longo prazo. A produção destaca a riqueza cultural da região e a importância de iniciativas que promovam a sustentabilidade e o respeito à biodiversidade local.
O festival não apenas gera receita significativa, mas também impulsiona o turismo e a economia local. Os dados de 2025 mostram que eventos dessa magnitude podem ser catalisadores para o desenvolvimento econômico, social e ambiental. A interação entre visitantes e a cultura local fortalece a identidade regional e promove a valorização das tradições.
Além disso, o sucesso do festival serve como um modelo para outros eventos culturais no Brasil e no mundo. A capacidade de unir pessoas em torno de uma causa comum, como a preservação da Amazônia, é um exemplo de como a cultura pode ser uma ferramenta poderosa para a mudança social e ambiental.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar projetos que visem a preservação e o desenvolvimento sustentável da Amazônia. A união em torno de iniciativas que promovam a cultura e a proteção ambiental pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas e na conservação desse patrimônio natural.

A editora Janela Amarela relança "A Mulher dos Olhos de Gelo", de Chrysanthème, abordando feminicídio e pressão social pelo casamento, revelando dilemas atemporais. A obra, escrita há noventa anos, reflete questões atuais e resgata a voz de uma escritora esquecida.

Conceição Evaristo, renomada escritora da favela do Pindura Saia, participará da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 30 de julho a 3 de agosto, lançando "Macabéa". Ela integrará uma roda de conversa na Casa da Favela, destacando a importância da literatura periférica. A coordenadora Jaque Palazzi ressalta que a arte das favelas é essencial para a transformação social.

Wenny lança o clipe de "BIS", um manifesto sobre autoaceitação e expressão artística, ressignificando inseguranças e revelando seu processo criativo emocional. A artista destaca a importância de ser autêntica e transformar experiências difíceis em arte.

A presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, propõe letramento antidiscriminatório nas escolas militares após ouvir queixas de líderes indígenas sobre o tratamento das Forças Armadas. A iniciativa visa promover respeito às culturas originárias e aumentar a representatividade indígena nas instituições militares.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que proíbe a obsolescência programada, considerando-a abusiva no Código de Defesa do Consumidor. A medida, defendida por Kim Kataguiri, visa proteger consumidores e o meio ambiente. O texto seguirá para análise em outras comissões antes de possível votação no Senado.

A RNP lançou uma chamada pública de R$ 15 milhões para projetos de P&D em Saúde Digital, visando criar clusters de colaboração entre instituições de ensino. As propostas devem ser enviadas até 31 de julho.