O Festival Psica, em Belém (PA), se destacou em 2024 ao distribuir 1.078 ingressos gratuitos para pessoas trans e não binárias, superando outros festivais como Afropunk e Mamba Negra. Essa iniciativa reforça a inclusão cultural.

O Festival Psica, realizado em Belém (PA), destacou-se em 2024 como o evento musical brasileiro que mais distribuiu ingressos gratuitos para pessoas trans, travestis e não binárias. Ao todo, foram concedidos mil e setenta e oito ingressos, superando festivais renomados como Afropunk e Mamba Negra, que também implementaram listas de inclusão.
O levantamento faz parte do relatório "Listas Trans: Um Panorama dos Festivais Brasileiros de 2024". Este estudo analisa as chamadas "listas trans", que têm se consolidado como uma importante política de inclusão em festivais no Brasil. A proposta visa garantir o acesso gratuito a eventos culturais por meio de inscrições prévias, promovendo a diversidade e a inclusão.
Após o Festival Psica, o Afropunk aparece com quatrocentos e quarenta e quatro ingressos por dia, também realizado em dois dias, enquanto o Mamba Negra distribuiu quinhentos e cinquenta ingressos no total. Em contraste, o festival Lollapalooza ficou em décimo oitavo lugar, com apenas trinta ingressos disponibilizados.
Essas iniciativas de inclusão são fundamentais para promover a diversidade e garantir que pessoas trans e não binárias tenham acesso a eventos culturais. A distribuição de ingressos gratuitos não apenas proporciona acesso, mas também visibiliza a luta por direitos e igualdade dentro da sociedade.
O sucesso do Festival Psica em 2024 demonstra que é possível criar espaços mais inclusivos e acolhedores. A adesão a políticas de inclusão em festivais pode inspirar outros eventos a seguir o mesmo caminho, ampliando o alcance e a representatividade no cenário cultural brasileiro.
Nessa perspectiva, a união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar e expandir iniciativas que promovam a inclusão e a diversidade. Projetos que visam garantir acesso a eventos culturais para grupos marginalizados merecem ser estimulados e apoiados por todos nós.

A Beija-Flor de Nilópolis recebeu uma carta de agradecimento do Iphan pelo enredo "Bembé", que destaca a cultura afro-brasileira e o Bembé do Mercado, Patrimônio Cultural desde 2019. A escola promove a valorização dessa manifestação ancestral, oferecendo ao Brasil e ao mundo a chance de conhecer e respeitar um dos cultos africanos mais antigos do país.

A geração Z no Brasil enfrenta desafios como evasão escolar e desemprego, mas iniciativas como a jornada de socioaprendizagem do Espro oferecem capacitação e acolhimento social, promovendo inclusão e desenvolvimento.

Um levantamento revela que 30 dos 61 projetos na Câmara dos Deputados visam ampliar a licença-paternidade, atualmente de cinco dias, com propostas que chegam a 360 dias para pais de crianças com deficiência. A expectativa é que o período seja estendido para 15 dias, refletindo uma nova cultura de cuidado compartilhado.

O Ministério da Saúde inaugurou duas novas Unidades Básicas de Saúde Indígena no Território Indígena do Xingu, em Mato Grosso, e entregou sistemas de abastecimento de água, beneficiando milhares de indígenas. As UBSIs, localizadas em Sobradinho e Ilha Grande, representam um avanço significativo na saúde primária e no acesso à água potável, com investimentos totais de R$ 10,4 milhões.

A UFRJ realizará a primeira edição do Clube de Jogos Coppe em seis de agosto, apresentando o jogo Rolé Carioca, que promove aprendizado sobre a cidade de forma lúdica e interativa. Até cinco participantes poderão explorar locais e curiosidades cariocas, unindo educação e inovação.

Inicia nesta sexta-feira (4/7) o Distrito Junino 2025, um grande projeto cultural no DF, com quadrilhas e forrós em Brazlândia e Riacho Fundo II, culminando na Esplanada dos Ministérios em agosto. O evento visa fortalecer a economia criativa e a identidade local, com mais de 260 apresentações programadas até o final do mês.