Festival Vale do Café, de 21 a 25 de julho, destaca a evolução de alunos com Transtorno do Espectro Autista, promovendo inclusão e cultura na região Sul Fluminense com aulas de música gratuitas.

O Festival Vale do Café, que promove cultura e acessibilidade na região Sul Fluminense, ocorrerá de 21 a 24 de julho, com apresentações finais no dia 25. Este ano, o evento destaca a evolução de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), como um jovem que toca flauta transversal. O festival, que já movimenta a economia local há 20 anos, oferece aulas de música gratuitas e inclusivas para pessoas de todas as idades.
A música proporciona diversos benefícios, como concentração, escuta ativa e diminuição da ansiedade. Essas habilidades cognitivas, quando estimuladas, melhoram a qualidade de vida. As melodias ativam áreas do cérebro que promovem a liberação de neurotransmissores como dopamina e serotonina, impactando positivamente o desenvolvimento de habilidades em pessoas com TEA e outras condições. O psiquiatra Jorge Jaber destaca que a atividade em grupo também favorece a sociabilidade e a coordenação motora.
Rodrigo Belchior, professor desde a primeira edição do festival, observa uma clara evolução em alunos dentro do espectro autista. Ele menciona que a sociabilidade e a melhoria na fala são os aspectos mais notáveis. O trabalho é realizado em conjunto com as famílias, que são informadas sobre as músicas escolhidas, visando proporcionar um ambiente inclusivo e acolhedor.
Um dos alunos, que possui habilidades excepcionais em música, tem demonstrado grande progresso. O professor relata que a família está satisfeita com a evolução do jovem, que toca flauta transversal e possui ouvido absoluto. As aulas ocorrerão em Vassouras, e a apresentação final será na Igreja Matriz, no centro da cidade, às 10h do dia 25 de julho.
O festival também oferece bolsas integrais que incluem hospedagem e alimentação para alunos de Organizações Não Governamentais (ONGs) que desejam participar. Essa iniciativa visa garantir que todos tenham a oportunidade de vivenciar a experiência musical e cultural proporcionada pelo evento.
Iniciativas como o Festival Vale do Café são essenciais para promover a inclusão e o desenvolvimento de habilidades em pessoas com TEA e outras condições. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando projetos que visam transformar a vida de muitos, proporcionando acesso à cultura e à música.

A revitalização do Centro de Niterói, com investimento de R$ 1 bilhão, visa reocupar a área e combater a gentrificação, destacando o retrofit do Prédio da Caixa como símbolo dessa transformação.

Felipe Bressanim, conhecido como Felca, gerou repercussão na Câmara dos Deputados com suas denúncias sobre a exploração de crianças nas redes sociais, resultando em propostas de combate à adultização. Após um vídeo que acumulou quase 30 milhões de visualizações, o presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou a pauta de projetos para restringir conteúdos prejudiciais. Felca, que relatou ter recebido ameaças, adotou medidas de segurança, incluindo carro blindado. Ele critica a normalização dos jogos de azar e alerta sobre os riscos que esses representam para os adolescentes.

Na 10ª edição do Prêmio Nise da Silveira, oito mulheres influentes, como Débora Falabella e Gabi de Pretas, foram homenageadas por suas contribuições significativas no Rio de Janeiro. O evento, realizado no Teatro Carlos Gomes, destaca a importância do trabalho feminino e a inspiração que essas mulheres proporcionam às novas gerações.

A Prefeitura de São Paulo intensifica ações contra alagamentos, com 91 obras concluídas e 19 em andamento, totalizando R$ 8,4 bilhões desde 2021. O PDD prevê mais 97 intervenções e R$ 8,7 bilhões adicionais.

Relatório da Habitat para a Humanidade Internacional destaca que melhorias em assentamentos informais podem prevenir milhões de doenças e mortes entre mulheres, evidenciando a conexão entre habitação e saúde. A organização convoca governos e doadores a integrar políticas habitacionais às de saúde, visando um impacto positivo imediato nas comunidades vulneráveis.

Família processa o Estado brasileiro por negligência após a morte de Lidiane Vieira Frazão, que contraiu Covid-19 após dar à luz. A ação busca reparação e reconhecimento da responsabilidade estatal.