Leo, filho da cantora Marília Mendonça, utiliza um sensor de glicose dos EUA para controlar sua diabetes tipo 1, com apoio da avó e da babá, que também é diabética. A avó ressalta a importância de mais informações sobre a doença.

Leo Dias Mendonça Huff, filho da cantora Marília Mendonça, começou a utilizar um sensor de glicose para monitorar sua diabetes tipo 1, diagnosticada aos dois anos. O dispositivo, que foi trazido dos Estados Unidos pelo pai, é uma ferramenta importante para o controle da doença. Atualmente, Leo reside em Goiânia com sua avó, Ruth Moreira, que destaca a necessidade de mais informações sobre diabetes tipo 1 para ajudar outras famílias.
Recentemente, a babá de Leo, Luciene Melo, que também é diabética, tem auxiliado no monitoramento da glicemia do menino. A avó relata que o sensor é uma recomendação do endocrinologista e que a medição manual com o glicômetro ainda é realizada. O acompanhamento é constante, com medições feitas a cada hora, e a avó enfatiza que Leo já se adaptou à rotina de cuidados necessários para o tratamento.
Ruth menciona que o estado emocional de Leo pode influenciar os níveis de glicose, tornando o monitoramento ainda mais crucial. Ela alerta que tanto a hiperglicemia quanto a hipoglicemia podem ter consequências graves, especialmente à medida que ele cresce. A avó também observa que Leo já demonstrava sinais da doença antes da morte de sua mãe, o que levou a um diagnóstico após uma convulsão.
A médica endocrinologista Lanna Gomes explica que, embora não exista uma classificação formal para "diabetes emocional", situações de estresse intenso podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Leo já expressou seu desejo de não precisar mais fazer medições, mas a avó afirma que a rotina se tornou automática, mesmo em ocasiões especiais, como festas de aniversário.
Marília Mendonça, conhecida como a "Rainha da Sofrência", faleceu em um acidente de avião em novembro de 2021. Sua música continua a tocar o coração de milhões, com cerca de onze milhões de ouvintes mensais no Spotify. A avó de Leo ressalta a importância de uma alimentação saudável e a falta de conhecimento sobre diabetes tipo 1, que pode afetar muitas famílias.
Em situações como a de Leo, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de crianças que enfrentam desafios de saúde. Projetos que promovem a conscientização e o apoio a famílias com diabetes são essenciais e podem transformar realidades, oferecendo esperança e recursos para aqueles que mais precisam.

Estudo da Universidade Federal de São Carlos revela que a combinação de gordura abdominal e perda de massa muscular aumenta em 83% o risco de morte em idosos, destacando a obesidade sarcopênica. Pesquisadores propõem métodos simples para diagnóstico, facilitando intervenções precoces e melhorando a qualidade de vida.

A Prefeitura de São Paulo entregou mais de 45 mil óculos de grau a estudantes da rede municipal, visando melhorar o desempenho escolar e reduzir a evasão. O Programa Avança Saúde Escolar-Oftalmologia já atendeu mais de 230 mil alunos.

A Anvisa aprovou o Voranigo (vorasidenibe) para tratamento de gliomas difusos em pacientes a partir dos 12 anos, oferecendo uma nova alternativa terapêutica. O medicamento promete reduzir o risco de progressão da doença com boa tolerabilidade.

Colchões e roupas de cama infantis liberam substâncias químicas nocivas, alertam estudos. Pesquisadores da Universidade de Toronto identificaram ftalatos e retardantes de chama que prejudicam o desenvolvimento infantil. Os estudos revelam que esses produtos químicos estão presentes em colchões de marcas conhecidas e de baixo custo, aumentando a exposição das crianças a riscos de saúde. A pesquisa destaca que o calor e o peso das crianças durante o sono intensificam a liberação dessas substâncias. Especialistas pedem padrões mais rigorosos para garantir a segurança dos produtos infantis.

Pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (Uece) criaram uma solução inovadora à base de água de coco desidratada para preservar órgãos, garantindo a sexta patente da instituição. A técnica promete reduzir custos em até setenta por cento e facilitar a logística de transplantes no Brasil, um dos líderes mundiais nesse procedimento.

Priscila Fantin compartilhou que começou a sentir os sintomas da transição hormonal durante a "Dança dos Famosos", destacando a necessidade de compreensão sobre o climatério. Especialistas alertam que essa fase pode durar até uma década e afeta a qualidade de vida das mulheres.