Flavia Aranha, estilista pioneira em sustentabilidade, anuncia novas coleções na Flip, incluindo itens para casa e uma collab com Amyr Klink, destacando o artesanato local de Paraty.

Flavia Aranha, estilista de 41 anos, fundou sua marca em 2009, priorizando a sustentabilidade, um tema que se tornou central na moda. Ela destaca que, no início, a discussão sobre o assunto era escassa. Agora, em Paraty, onde vive e tem uma loja, Flavia anuncia uma nova coleção em parceria com a editora Sete Letras durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa no dia 30. Além disso, ela promove oficinas de tingimento em sua casa, que foi residência do navegador Amyr Klink.
Em setembro, Flavia Aranha lançará uma colaboração com Klink, que incluirá camisetas, cangas e ecobags, além de uma coleção masculina inspirada no navegador, com cinco modelos de alfaiataria. Em outubro, a estilista apresentará sua primeira linha de itens para casa, todos feitos com artesanato local de Paraty, abrangendo produtos como xícaras e toalhas de mesa. Essas iniciativas refletem seu compromisso com a valorização do artesanato e a sustentabilidade.
Recentemente, a marca Flavia Aranha foi uma das cinco selecionadas pela ApexBrasil para representar a diversidade brasileira em um evento em Paris, que contou com a presença das primeiras-damas do Brasil e da França. A estilista relata que Brigitte Macron ficou encantada com suas peças, evidenciando o reconhecimento internacional de seu trabalho. Atualmente, Flavia colabora com trinta cooperativas em todo o Brasil, utilizando algodão agroecológico da Paraíba e o cajuru, que proporciona tons avermelhados para a coleção de inverno.
A consultora de moda e sustentabilidade Yamê Reis destaca Flavia como uma pioneira no uso de tingimento natural no Brasil. O estilista Ronaldo Fraga complementa, afirmando que a moda de Flavia Aranha é sustentada por uma narrativa cultural, ambiental e um engajamento coletivo. Ele ressalta que, em tempos desafiadores, suas criações não apenas vestem o corpo, mas também abordam questões urgentes da sociedade.
Com suas novas coleções e colaborações, Flavia Aranha reafirma seu papel como uma referência na moda sustentável, promovendo a cultura local e o artesanato. Sua abordagem inovadora e consciente tem atraído a atenção de um público cada vez mais engajado com a sustentabilidade e a ética na moda. As iniciativas da estilista não apenas enriquecem o cenário da moda, mas também inspiram ações que valorizam a produção local e a preservação ambiental.
Iniciativas como as de Flavia Aranha mostram como a união em torno de projetos sustentáveis pode fazer a diferença. Ao apoiar a moda consciente e o artesanato local, podemos contribuir para um futuro mais sustentável e justo, promovendo a valorização da cultura e do meio ambiente.

João Carlos Martins, maestro e pianista, enfrenta um câncer agressivo na próstata, mas mantém sua agenda de apresentações e planeja um legado na educação musical. Ele se sente preparado para a morte e busca inspirar novas gerações.

Duas vacinas brasileiras contra o zika vírus estão em desenvolvimento, uma de DNA pela USP e Fiocruz e outra inativada pelo Butantan, ambas enfrentando desafios financeiros e de validação. A pesquisa é crucial para gestantes, pois não há vacinas aprovadas.

Belém se prepara para a COP30, atraindo 50.000 participantes e destacando a startup Navegam, que digitaliza a venda de passagens de barco e melhora a logística na Amazônia. A conferência pode impulsionar o desenvolvimento sustentável na região.

O Instituto Federal do Paraná (IFPR) abriu inscrições para um curso gratuito de pós-graduação em Gestão na Educação Profissional e Tecnológica, com 175 vagas, sendo 98 para ações afirmativas. As aulas começam em maio e o curso tem duração de 18 meses. As inscrições vão até 27 de abril e são destinadas a graduados de diversas áreas, priorizando grupos em situação de vulnerabilidade. Para se inscrever, é necessário ter diploma reconhecido pelo MEC e habilidades em tecnologia.

Maria Gladys, atriz de 85 anos, enfrenta abandono e problemas financeiros após ser encontrada confusa em Minas Gerais. Filhos disputam herança e amigos tentam ajudar.

Cerca de 6 milhões de brasileiros deixaram a pobreza extrema entre 2023 e 2024, reduzindo a taxa de miséria para 6,8%. O índice de desigualdade de renda também atingiu o menor nível desde 2012, refletindo avanços sociais.