Estão abertas as inscrições para o programa Mulheres in Tech, que oferece 60 vagas gratuitas para mulheres refugiadas em Santa Catarina, focando em programação e habilidades socioemocionais. A iniciativa, da ONG Fly Educação em parceria com a ONU Mulheres e outros, visa capacitar mulheres refugiadas e promover sua inclusão no mercado de tecnologia. O curso, com formação socioemocional e científica, inclui aulas remotas, mentorias e auxílio-alimentação. As inscrições vão até 8 de agosto.

A ONG Fly Educação anunciou a abertura das inscrições para o programa Mulheres in Tech, que disponibiliza sessenta vagas gratuitas para mulheres refugiadas em Santa Catarina. A iniciativa, realizada em parceria com a ONU Mulheres, o Instituto Localiza e o Plan International, tem como prazo de inscrição até o dia oito de agosto. O programa, criado em dois mil e vinte, visa eliminar as barreiras de gênero no setor tecnológico.
As vagas são destinadas a mulheres refugiadas que residem na Grande Florianópolis e nas regiões Norte e Nordeste de Santa Catarina. O curso, que é gratuito, oferece uma formação dupla: socioemocional e científica, com foco em tecnologia e inteligência artificial.
O conteúdo do curso abrange programação Front-End, incluindo Desenvolvimento Web, HTML, CSS, JavaScript e React. As aulas serão predominantemente remotas, com mentorias síncronas e assíncronas. Além disso, as participantes receberão auxílio-alimentação durante o período do curso.
O programa inclui uma formação socioemocional, utilizando uma metodologia inovadora na América Latina, que desenvolve habilidades como autonomia, autoestima, resolução de conflitos e comunicação. A formação científica oferece uma trilha completa em tecnologia, com conteúdos atualizados e relevantes.
As participantes também terão acesso a oficinas com especialistas em tecnologia e recursos humanos, que fornecerão orientações sobre currículos, entrevistas, empreendedorismo e LinkedIn. Além disso, haverá mentorias semanais com mulheres atuantes no mercado de tecnologia, que oferecerão dicas e orientações de carreira.
Com o aumento do número de refugiados no Brasil, que ultrapassou um milhão em dois mil e vinte e dois, a inclusão de mulheres nesse contexto é essencial. Projetos como o Mulheres in Tech devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem transformar a vida de muitas mulheres e abrir novas oportunidades no mercado de trabalho.

Em Volta Redonda, o Centro de Alzheimer Synval Santos se destaca como uma das raras iniciativas no Brasil, oferecendo suporte a idosos com Alzheimer e suas famílias. A nova Política Nacional de Cuidado Integral, sancionada em 2024, busca ampliar esse atendimento.

Aline Odara fundou o Fundo Agbara para apoiar mulheres negras na moda, lançando o Programa Asa Dudu, que culminará em um desfile no Museu das Favelas após 68 horas de formação. O evento visa fortalecer o empreendedorismo feminino.

O Santuário para animais ameaçados, reconhecido como Criadouro Conservacionista pelo IBAMA, precisa de doações para construir uma enfermaria em 60 dias e acolher novos animais com problemas de saúde. A construção requer materiais e mão de obra, e a ajuda da comunidade é essencial.

Divaldo Franco, renomado médium e escritor, faleceu aos 98 anos em Salvador, comovendo admiradores e celebridades. O velório será na Mansão do Caminho e o sepultamento no cemitério Bosque da Paz.

A Teva abriu inscrições para a 4ª edição do Prêmio Humanizar a Saúde, que reconhecerá projetos inovadores em Saúde Mental, Doenças Raras e Oncologia, com R$ 50 mil para cada vencedor. As inscrições vão até 07 de agosto de 2025.

Após a trágica morte do filho Diego, a carioca que vive em Milão fundou o Instituto Amor Infinito e lançou a marca D777, transformando sua dor em apoio a crianças em vulnerabilidade. A iniciativa visa perpetuar o legado de generosidade do jovem.