A Fundação Athos Bulcão conquistou um terreno de 1.225 m² para sua sede definitiva em Brasília, após 16 anos de luta. O projeto, orçado entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões, busca apoio financeiro.

Após 16 anos de luta, a Fundação Athos Bulcão conquistou um terreno para a construção de sua sede definitiva. O governador Ibaneis Rocha sancionou a lei que autoriza a concessão de um espaço público de 1.225 m², localizado no Setor de Divulgação Cultural, próximo à Torre de TV e ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A concessão é válida por 35 anos e pode ser prorrogada por igual período.
A presidente da fundação, Márcia Zarur, ressaltou a importância do artista Athos Bulcão para a história de Brasília, afirmando que sua obra está intimamente ligada à cidade. A fundação tem como missão preservar o legado do artista e educar as novas gerações sobre sua relevância. O projeto da nova sede está orçado entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões, e a captação de recursos é um dos principais desafios a serem enfrentados.
Márcia destacou o apoio de parlamentares, como a deputada federal Érika Kokay e as senadoras Leila Barros e Damares Alves, na busca por financiamento. A fundação também disponibiliza um espaço em seu site para doações. O governador Ibaneis Rocha afirmou que a conquista do terreno representa um reconhecimento tardio à importância de Athos Bulcão para a cultura da cidade.
Arquitetos locais, como Luiz Eduardo Sarmento, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-DF), veem a concessão do terreno como uma oportunidade para atrair investimentos em cultura. Daniel Mangabeira, ex-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU-DF), enfatizou a necessidade de apoio de construtores locais para a realização do projeto, que deve ser visto como uma forma de retribuição à cidade.
O projeto arquitetônico da nova sede foi desenvolvido por João Filgueiras Lima, conhecido como Lelé, e inclui um complexo cultural com teatro, museu, galeria e café. A obra, que deverá ser concluída em até cinco anos, será supervisionada por profissionais da área, garantindo que o projeto mantenha sua essência original, com adaptações voltadas à acessibilidade e segurança.
A Fundação Athos Bulcão não apenas preserva a obra do artista, mas também promove a cultura e a identidade de Brasília. A união da sociedade civil pode ser fundamental para viabilizar a construção da nova sede, permitindo que o legado de Athos Bulcão continue a inspirar futuras gerações e a enriquecer a cultura da capital.

A Galeria de Arte do Sesc Niterói inaugura a exposição "Rio Acima – Uma Jornada pelo Xingu" em 12 de julho, destacando a cultura Kuikuru através de obras de três artistas. A mostra, com entrada gratuita, resulta de uma imersão cultural no Alto Xingu e visa promover a preservação das tradições e do meio ambiente.

Carla Naiana de Menezes Mota, empreendedora do Piauí, deixou um emprego em Goiânia para abrir uma loja de moda feminina em Ribeiro Gonçalves, faturando R$ 200 mil e criando uma feira que movimentou R$ 500 mil. Ela foi reconhecida com o Troféu Ouro do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios em 2023, destacando-se como uma influenciadora regional e promovendo o crescimento econômico local.

Professor de 20 anos, Leonardo Henrique, conhecido como tio Léo, utiliza música para conscientizar sobre abuso infantil em suas aulas, alcançando quase 900 mil visualizações em vídeo no TikTok. Pais elogiam seu trabalho.

A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) revogou a proibição da comercialização de açaí na COP30, após pressão do governo federal, reconhecendo sua relevância cultural e econômica. O açaí, símbolo da culinária paraense, movimenta mais de R$ 1 bilhão anualmente, enquanto outros alimentos permanecem vetados por questões sanitárias.

Sobreviventes de câncer pediátrico na América Latina enfrentam sérias complicações físicas e mentais, com apenas um terço realizando exames regulares. Estudo destaca a urgência de acompanhamento estruturado e políticas públicas eficazes.

O Ministério Público de São Paulo cobra explicações da Prefeitura sobre a falta de manutenção do terreno onde Bruna Oliveira da Silva foi encontrada morta, enquanto a deputada Luciene Cavalcante pede a construção urgente de um equipamento de saúde.