O microcrédito rural AgroAmigo, com R$ 105 milhões em contratos, impulsiona a agricultura familiar e melhora as condições de trabalho, com um novo orçamento de R$ 1 bilhão para 2025. A iniciativa visa fortalecer a geração de renda e a mecanização das pequenas propriedades.

Os agricultores familiares desempenham um papel fundamental na segurança alimentar e no desenvolvimento regional, recebendo novos incentivos do Governo Federal. No Dia da Agricultura Familiar, celebrado em 25 de julho, o microcrédito rural AgroAmigo se destacou, com mais de R$ 100 milhões em contratos firmados entre dezembro de 2024 e julho de 2025. Essa iniciativa visa fortalecer a geração de renda e a mecanização de pequenas propriedades, além de promover a distribuição regional de recursos.
A terceira gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em parceria com o Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, implementou essa nova destinação de recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento. O AgroAmigo, que começou a operar em 2024 com um orçamento de R$ 300 milhões, já soma R$ 105 milhões em contratos, investindo em melhorias nas condições de trabalho dos pequenos produtores.
O microcrédito rural oferece recursos para investimento e custeio a agricultores familiares com renda bruta anual de até R$ 50 mil. As condições incluem uma taxa de juros de 0,5% ao ano e bônus de adimplência, que podem resultar em descontos de até 40% para aqueles que pagam em dia. Os limites de crédito variam: R$ 8 mil para jovens, R$ 15 mil para mulheres e R$ 12 mil para homens.
O extrativista Rildo Doria da Silva, morador de um assentamento ribeirinho no Pará, é um dos beneficiários do AgroAmigo. Ele utilizou um crédito de R$ 12 mil para contratar colaboradores e melhorar a produção em sua propriedade, onde cultiva árvores frutíferas nativas. Rildo destacou a importância da capacitação recebida, que o orientou sobre a gestão dos recursos e a formalização dos serviços prestados.
O Governo Federal também anunciou um novo orçamento de R$ 1 bilhão para o microcrédito rural em 2025, representando um aumento significativo no apoio à agricultura familiar. O plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026 destinará R$ 78,2 bilhões para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), um aumento de 47,5% em relação ao governo anterior.
Essa iniciativa é essencial para reduzir desigualdades regionais e atender a populações em situação de vulnerabilidade. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para impulsionar projetos que beneficiem agricultores e suas comunidades, promovendo o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar.

A Câmara dos Deputados aprovou o Dia Marielle Franco, a ser celebrado em 14 de março, em homenagem aos defensores de direitos humanos. A proposta enfrenta críticas e ainda precisa de votação de destaques.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciará a liberação de R$ 1 bilhão em microcrédito rural para a Região Norte, visando apoiar agricultores familiares. A iniciativa, que inclui R$ 500 milhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste e R$ 500 milhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte, busca promover trabalho e renda em áreas vulneráveis. Um edital será lançado para credenciar instituições financeiras que atuarão na concessão de crédito, integrando programas de microcrédito e fortalecimento da agricultura familiar.

Leis que proíbem produtos ultraprocessados em escolas melhoraram a alimentação de crianças, segundo estudo da Fiocruz e universidades. Cidades com regulamentações apresentaram melhor Índice de Saudabilidade.

A SP Urbanismo realizará em agosto um leilão de Cepacs, prevendo arrecadação de R$ 2,8 bilhões para novas construções e urbanização de Paraisópolis, além de melhorias na infraestrutura da região da Faria Lima.

Mães de crianças com necessidades especiais no Rio de Janeiro protestarão na Prefeitura por melhores condições de inclusão escolar após vídeo de menino autista desassistido viralizar. Elas exigem profissionais qualificados e apoio educacional.

Duas vacinas brasileiras contra o zika vírus estão em desenvolvimento, uma de DNA pela USP e Fiocruz e outra inativada pelo Butantan, ambas enfrentando desafios financeiros e de validação. A pesquisa é crucial para gestantes, pois não há vacinas aprovadas.