A Fundação Cecierj abre inscrições para sete mil vagas em cursos gratuitos para professores da educação básica, com foco em 21 novas disciplinas. As aulas ocorrem de 3 de junho a 25 de agosto de 2025.

A Fundação Cecierj, vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, abriu inscrições para sete mil vagas em cursos gratuitos destinados a professores da educação básica. As oportunidades são voltadas para aqueles que atuam nos ensinos fundamental II e médio e fazem parte do Programa de Formação Continuada de Professores. As inscrições podem ser realizadas até 25 de maio na página da Fundação Cecierj.
Os cursos, que ocorrerão de três de junho a 25 de agosto de 2025, abrangem 21 novas disciplinas em diversas áreas da educação. As capacitações têm carga horária de 120 horas, organizadas em módulos de 30 horas, e são totalmente a distância, permitindo que os professores se capacitem sem sair de casa.
As disciplinas oferecidas incluem temas como Genética Básica, Inteligência Artificial e metodologias ativas na educação, além de questões filosóficas e práticas pedagógicas inclusivas. Os cursos visam complementar a formação dos educadores, alinhando habilidades e competências com a prática em sala de aula.
As áreas de Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e Códigos, Matemática, Prática Docente e Tecnologia Educacional estão representadas nas novas ofertas. Os professores também têm a opção de se inscrever em disciplinas fora de sua área de formação, ampliando suas possibilidades de aprendizado e atuação.
Além das novas disciplinas, o programa busca promover a discussão de temáticas relevantes para a educação básica, incentivando novas práticas pedagógicas e o aprimoramento das já existentes. O objetivo é preparar os educadores para os desafios contemporâneos da educação.
Iniciativas como essa são fundamentais para o desenvolvimento profissional dos professores e podem impactar positivamente a qualidade do ensino. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que visem a formação e capacitação de educadores, contribuindo para uma educação mais inclusiva e de qualidade.

Roberto Valério, CEO da Cogna, destaca a recuperação da empresa com receita líquida de R$ 6,4 bilhões e lucro de R$ 880 milhões em 2024, após enfrentar desafios da pandemia e investir em tecnologia educacional.

Mais da metade dos distritos de São Paulo não atinge a média do Ideb. O prefeito Ricardo Nunes propõe gestão privada para escolas com baixo desempenho. A cidade de São Paulo enfrenta uma grave crise educacional, com 53 dos 96 distritos não alcançando a média nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para os anos iniciais do ensino fundamental. As disparidades são alarmantes, com diferenças de até 50% entre regiões. O prefeito Ricardo Nunes responsabiliza os professores pelo baixo desempenho e sugere a privatização das escolas com os piores resultados. A desigualdade na educação se reflete também nas condições de trabalho dos docentes, que enfrentam sobrecarga nas áreas mais vulneráveis.

Exame de proficiência para novos médicos é aprovado, visando melhorar a qualidade da formação médica no Brasil, onde a má educação impacta o sistema de saúde.

Dados do Censo de 2022 revelam que a fecundidade no Brasil caiu para 1,6 filho por mulher, abaixo da taxa de reposição, com a educação feminina sendo um fator determinante. Essa mudança impacta a estrutura social e econômica do país.

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás autorizou a contratação temporária de servidores pela Secretaria de Educação, garantindo a continuidade dos serviços educacionais. A decisão reverteu uma proibição anterior, atendendo a demandas emergenciais e assegurando que a ausência de professores não comprometa o direito à educação dos alunos.

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.