GDF lança programa Incentiva DF, oferecendo bolsa de R$ 200 mensais a jovens de 15 a 18 anos para combater a evasão escolar e promover acesso à educação. A iniciativa atenderá 650 jovens inicialmente.

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, no dia 9 de abril, o lançamento do programa Incentiva DF, que visa combater a evasão escolar entre jovens de 15 a 18 anos. O programa oferecerá uma bolsa social de R$ 200,00 mensais a 650 estudantes, com o objetivo de facilitar o acesso à educação e melhorar as condições de vida das famílias envolvidas.
O governador Ibaneis Rocha (MDB) destacou a importância do incentivo para a transformação da vida dos jovens e suas famílias. Segundo ele, o valor da bolsa pode ajudar a suprir necessidades como transporte e contribuir para a renda familiar, proporcionando melhores oportunidades para o futuro dos participantes.
Na fase inicial, o Incentiva DF atenderá jovens inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e que frequentam um Centro de Convivência (Cecon), com encaminhamento do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Para garantir a continuidade do benefício, os estudantes devem cumprir critérios de frequência e participação nas atividades propostas.
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) coordenará o programa, que faz parte do Plano DF Social. A expectativa é que, no segundo semestre de 2025, o número de beneficiários aumente para 2 mil e a duração do programa se estenda para 24 meses, ampliando o alcance da iniciativa.
A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, afirmou que o programa tem potencial para abrir novos horizontes para os jovens, oferecendo oportunidades que podem impactar positivamente suas vidas e a de suas famílias. O GDF busca, assim, fortalecer o compromisso com a educação e o futuro da juventude no Distrito Federal.
Iniciativas como essa são fundamentais para apoiar os jovens em situação de vulnerabilidade. A mobilização da sociedade civil pode ser essencial para garantir que mais programas de incentivo à educação sejam implementados e ampliados, beneficiando aqueles que mais precisam.

António Nóvoa, presidente da Comissão Internacional da Unesco, critica a superficialidade do debate sobre IA na educação e defende mudanças estruturais nas escolas para enfrentar desafios contemporâneos.

Apenas 15% das ruas brasileiras têm rampas de acesso, dificultando a mobilidade. Dados do Censo de 2022 revelam que 18% da população urbana vive em vias sem obstáculos, evidenciando a falta de acessibilidade. Apesar das leis que garantem rampas em edificações, a realidade é alarmante, com menos de 50% dos hospitais e um terço das escolas acessíveis.

Inaugurado em Brasília, o polo Criar Jogos oferece curso gratuito de criação de jogos, com foco em acessibilidade e game design, para trezentos jovens. O projeto é apoiado por diversas instituições culturais.

Um em cada três brasileiros é analfabeto funcional, segundo o Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf), revelando a urgência em melhorar habilidades de leitura, escrita e matemática. A Fundação Itaú destaca que essa situação compromete o futuro dos jovens e a competitividade do país.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou um decreto que redefine as regras da educação a distância (EAD) no ensino superior, criando modalidades semipresenciais e estabelecendo limites para atividades presenciais e remotas. O novo regulamento visa garantir maior qualidade no ensino, proibindo a oferta de cursos como medicina e direito na modalidade EAD, e exigindo que pelo menos 10% da carga horária dos cursos a distância seja presencial.

Muro do Colégio de Aplicação da UFRJ desabou, suspendendo aulas. Pais e alunos protestam contra a deterioração da escola, que enfrenta cortes orçamentários e problemas estruturais graves. A reconstrução custará R$ 109 mil.