O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças no Proagro, aumentando a cobertura máxima para 95% e reduzindo custos, visando beneficiar a agricultura familiar. As alterações, que entram em vigor na safra 2025/2026, buscam atender mais produtores e ajustar o orçamento do programa, que teve gastos elevados nos últimos anos.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas mudanças no Proagro, um seguro rural subsidiado pelo governo, visando aumentar a cobertura e beneficiar a agricultura familiar. As alterações, que entrarão em vigor na safra 2025/2026, incluem um aumento na cobertura máxima de indenização para noventa e cinco por cento, além de uma redução no custo de adesão ao programa. O Banco Central destacou que essas medidas têm como objetivo atender a um número maior de produtores e facilitar o acesso ao seguro.
Em 2022, o CMN já havia reduzido o limite de enquadramento para R$ 335 mil, o que gerou críticas entre os agricultores. Apesar das mudanças anteriores, o orçamento do Proagro não será impactado, permitindo que o governo implemente as novas alterações. A nova metodologia proposta pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) considera o risco individual de cada produtor, em vez de se basear apenas na localização geográfica.
Uma das principais inovações é a possibilidade de deduzir a alíquota de adesão em até cinquenta por cento para empreendimentos considerados de baixo risco. Além disso, a nova norma reduz o número de acionamentos permitidos de cinco para três em um período de cinco anos, levando em conta a severidade das perdas e o volume de indenizações já concedidas. Essas mudanças visam tornar o Proagro mais eficiente e acessível.
Nos últimos anos, o custo do Proagro aumentou significativamente. Em 2020, o governo previu um gasto de R$ 400 milhões, mas o desembolso final foi de R$ 1,941 bilhão. Em 2023, o valor chegou a R$ 9,4 bilhões, e em 2024, R$ 5,441 bilhões, com uma previsão similar para 2025, de R$ 5,784 bilhões. Esse aumento de custos levou o governo a revisar as regras do programa para garantir sua sustentabilidade.
As mudanças no Proagro foram bem recebidas por muitos agricultores, que esperam que as novas regras ajudem a mitigar os impactos das perdas nas safras. O MDA acredita que a proposta de considerar o risco individual dos produtores é um passo importante para melhorar a resiliência da agricultura familiar. A expectativa é que essas alterações incentivem mais agricultores a se inscreverem no programa.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que apoiem a agricultura familiar e garantam a segurança alimentar. Projetos que visem a recuperação e o fortalecimento da produção rural são essenciais para o desenvolvimento sustentável do setor agrícola.

O deputado distrital Fábio Félix (PSOL) alertou sobre a alta discriminação por orientação sexual nas escolas e pediu políticas públicas eficazes para combater a LGBTfobia. Dados mostram que 32,4% dos alunos enfrentam discriminação.

Em agosto, o Núcleo de Gênero do MPDFT realizará o Fórum de Integração Todas Elas, promovendo o debate sobre estratégias de combate à violência doméstica, em homenagem à Lei Maria da Penha. O evento, aberto à sociedade civil e profissionais do sistema de justiça, visa fortalecer redes de proteção e garantir direitos às vítimas.

O Avistar Brasil, festival de observação de aves, chega à sua 18ª edição de 16 a 18 de maio no Jardim Botânico de São Paulo, com mais de 10 mil participantes e 200 palestras. O evento promove a conservação e a paixão pela avifauna.

O Ministério Público de São Paulo investiga agressões a pessoas em situação de rua em Ribeirão Preto, após a OAB divulgar vídeos de violência entre fevereiro e outubro de 2024. A impunidade dos agressores é alarmante.

O programa Saúde Mais Perto do Cidadão - Restaurando Sorrisos chegou a Itapoã, oferecendo tratamentos odontológicos gratuitos para mulheres em vulnerabilidade social. A iniciativa já atendeu 250 mulheres na primeira semana e visa alcançar mil atendimentos até 13 de junho.

Após ser diagnosticado com autismo aos 54 anos, um professor da USP lidera pesquisa em inteligência artificial para diagnósticos precoces de TEA, promovendo inclusão e conscientização.