A 4ª edição do projeto "Embarque na Leitura" distribuiu 2,5 mil livros gratuitamente em trens do metrô do Rio de Janeiro, promovendo o acesso à leitura e à cultura. A ação, parte da Bienal do Livro Rio, reforça o compromisso com a democratização da leitura e celebra o título de Capital Mundial do Livro.

A Bienal do Livro Rio, o maior festival de literatura e cultura do Brasil, ocorrerá entre os dias 13 e 22 de junho no Riocentro. Em uma ação que promove a leitura, o evento se uniu ao metrô para realizar a 4ª edição do projeto "Embarque na Leitura". Nesta terça-feira, foram distribuídos gratuitamente 2,5 mil livros em trens nas estações Pavuna, Uruguai, Botafogo e Jardim Oceânico.
Os livros, fornecidos por editoras a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e da GL events Exhibitions, foram selecionados para atender a diversos públicos, incluindo crianças, jovens e adultos. As obras abrangem temas como aventura, ficção, romance e clássicos literários, alinhando-se à programação do festival.
Dante Cid, presidente do SNEL, destacou a importância da leitura como uma ferramenta de transformação social. Ele afirmou que ações como essa são essenciais para democratizar o acesso ao livro e valorizar a cultura. A diretora da GL events Exhibitions, Tatiana Zaccaro, também enfatizou o papel do projeto em estimular o gosto pela leitura, especialmente considerando que muitos visitantes utilizam o metrô para chegar ao festival.
O "Embarque na Leitura" faz parte das iniciativas culturais do MetrôRio, que se compromete com projetos de impacto social, ambiental e educacional. Simone Pfeil, gerente Comercial e Marketing da concessionária, ressaltou que a ação incentiva o hábito da leitura e oferece uma experiência diferenciada aos passageiros, em um ano em que o Rio de Janeiro é a Capital Mundial do Livro, título concedido pela Unesco.
Essa distribuição de livros não apenas promove a leitura, mas também reforça a importância de iniciativas que aproximam a literatura das pessoas. O projeto é um exemplo de como a cultura pode ser acessível a todos, independentemente de sua condição social. A união da sociedade civil é fundamental para que ações como essa se multipliquem e alcancem ainda mais pessoas.
Iniciativas culturais como essa merecem ser apoiadas e ampliadas. A mobilização da comunidade pode garantir que mais projetos de incentivo à leitura sejam realizados, beneficiando aqueles que mais precisam de acesso à cultura e à educação. Juntos, podemos fazer a diferença e transformar a realidade de muitos.

O número de municípios brasileiros que subsidiam o transporte público dobrou desde a pandemia, passando de 120 para 241, enquanto a demanda ainda não se recuperou totalmente. A NTU aponta que apenas 30% dos custos do sistema são cobertos por subsídios, refletindo a fragilidade do modelo de remuneração. O urbanista Anthony Ling critica a falta de soluções integradas para o setor, que enfrenta uma crise estrutural e demanda por investimentos em infraestrutura.

Iniciam-se as obras do Parque Urbano no Jacarezinho, com investimento de R$ 43 milhões. O espaço contará com ginásio, skate park e complexos esportivos, promovendo lazer e esporte na comunidade.

Uso excessivo de antibióticos na infância no Brasil está ligado a riscos elevados de asma, alergias alimentares e déficit intelectual, além de contribuir para a resistência bacteriana. A pesquisa, com mais de 700 mil crianças, revela que tratamentos frequentes aumentam significativamente esses riscos. A Organização Mundial da Saúde alerta que a resistência a antibióticos é uma grave ameaça à saúde global, exigindo uma mudança urgente nos hábitos médicos e familiares.

Pesquisadores da USP criaram um biossensor portátil e sustentável que detecta o vírus da covid-19 com 95% de precisão, utilizando materiais reciclados e sem necessidade de infraestrutura laboratorial. O dispositivo, que custa apenas 20 centavos de dólar, promete democratizar diagnósticos acessíveis e pode ser adaptado para outros vírus, como a influenza.

Neste Dia das Mães, mães de presos enfrentam desafios únicos, sustentando a dignidade de seus filhos encarcerados e promovendo a ressocialização através do amor e do vínculo familiar. Elas são heroínas invisíveis, essenciais para a transformação social.

Relatório da KidsRights revela que um em cada sete jovens enfrenta problemas de saúde mental, com uso problemático de redes sociais ligado a tentativas de suicídio. A situação exige atenção urgente.