Protocolo de intenções entre os Ministérios da Pesca, Integração e Turismo visa desenvolver a Rota da Pesca, promovendo turismo sustentável e inclusão social nas comunidades pesqueiras. A iniciativa promete gerar emprego e renda.

O Brasil está avançando no turismo de pesca com a assinatura de um protocolo de intenções entre os Ministérios da Pesca, Integração e Desenvolvimento Regional e do Turismo. O objetivo é promover a integração territorial e o desenvolvimento sustentável da pesca amadora e esportiva, conectando regiões com vocação para essa atividade. O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou que a Rota da Pesca transformará a riqueza hídrica do país em oportunidades para milhares de brasileiros.
Durante o evento, que ocorreu em Brasília, foi lançado o Plano Nacional para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva. Waldez Góes ressaltou a importância da valorização das potencialidades locais e da articulação entre os diferentes níveis de governo. O Ministério da Pesca já concedeu mais de 323 mil licenças e organizou mais de 117 competições no último ano, evidenciando o potencial do setor para gerar renda e oportunidades.
No Amapá, o MIDR apresentou o Diagnóstico e Plano de Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura durante o 2º Workshop de Pesca Esportiva e Amadora. O secretário de Pesca do Amapá, Paulo Nogueira, elogiou o trabalho do ministério e expressou satisfação com o diagnóstico, que oferece um direcionamento importante para o estado. Essa iniciativa faz parte do programa Rotas de Integração Nacional, que busca fortalecer a pesca e a aquicultura.
Jaqueline Aparecida dos Santos, homenageada pelo Prêmio Mulheres das Águas, compartilhou sua experiência com a pesca, que faz parte de sua vida desde a infância. Ela expressou felicidade com o protocolo assinado, afirmando que isso traz oportunidades de emprego e renda, além de valorizar as comunidades locais. Jaqueline também destacou as mudanças positivas em sua comunidade, que agora é vista de forma diferente devido à inclusão da pesca esportiva.
O Plano Nacional, resultado de um processo participativo iniciado em 2023, foi elaborado com a participação de pescadores, organizações sociais e especialistas. O documento apresenta diretrizes para fortalecer a pesca amadora e esportiva, com foco na sustentabilidade e inclusão. O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, afirmou que o plano é um mapa de navegação para o futuro do setor.
Além do plano, foram lançados importantes recursos, como o livro “Pesca Amadora no Brasil” e uma websérie de capacitação para guias de pesca. A criação do Comitê da Pesca Amadora e Esportiva e o Projeto Peixara, que visa a conservação de espécies, também foram anunciados. Iniciativas como essas podem ser impulsionadas pela sociedade civil, promovendo o desenvolvimento sustentável e a valorização das comunidades envolvidas na pesca.

Andrea Schwarz, influenciadora e ativista, denunciou discriminação em restaurante de São Paulo ao ser negada uma mesa acessível, evidenciando a falta de empatia em ambientes sofisticados. A situação ressalta a urgência por inclusão e respeito aos direitos das pessoas com deficiência.

Um novo Código de Defesa Animal no Rio de Janeiro, proposto pelos deputados Luiz Paulo e Carlos Minc, visa atualizar a legislação de proteção animal, abordando mais de 45 tipos de maus-tratos. O projeto será debatido em audiência pública na Alerj.

Ministro das Cidades, Jader Filho, anuncia acordo para remoção de famílias da Favela do Moinho, com investimento total de R$ 250 mil por moradia e aluguel social de R$ 1.200, condicionado ao fim da violência policial.

O Ministério Público de São Paulo cobra explicações da Prefeitura sobre a falta de manutenção do terreno onde Bruna Oliveira da Silva foi encontrada morta, enquanto a deputada Luciene Cavalcante pede a construção urgente de um equipamento de saúde.

Hamedine Kane e Adama Delphine Fawundu apresentam obras na Bienal de São Paulo, abordando deslocamento e diáspora africana através do oceano e suas conexões culturais. Kane explora a exploração pesqueira e suas consequências, enquanto Fawundu utiliza fotografias e tecidos para refletir sobre ancestralidade e identidade.

Claudia Alves, corretora de imóveis, transformou sua vida após o diagnóstico de Alzheimer da mãe em 2010, lançando o livro "O Bom do Alzheimer" e impactando mais de 7 mil cuidadores com seu curso digital.