O Governo de São Paulo liberou R$ 184 milhões em créditos para empresas femininas, visando reduzir a dependência financeira e a violência contra mulheres. A iniciativa oferece condições facilitadas e apoio a empreendedoras.

O Governo de São Paulo anunciou a liberação de aproximadamente R$ 184 milhões em créditos destinados a empresas lideradas por mulheres. Essa iniciativa faz parte do movimento SP por Todas e está alinhada com a campanha Agosto Lilás. O programa visa aumentar o acesso ao crédito, contribuindo para o rompimento de ciclos de dependência financeira que afetam as mulheres, o que pode ter um impacto positivo na redução da violência de gênero.
As ações são direcionadas a micro, pequenas e médias empresas, com financiamentos que podem chegar a até R$ 10 milhões. As condições incluem taxas reduzidas, até 36 meses de carência e prazos de pagamento de até 120 meses. Para solicitar o crédito, a empreendedora deve ser sócia administradora da empresa ou ter mais de 50% do capital social composto por mulheres.
Segundo dados do governo, os recursos já liberados têm possibilitado a expansão de diversos negócios, como academias, salões de beleza, ateliês e serviços de educação e alimentação. Além disso, há um foco em projetos voltados à sustentabilidade, o que demonstra uma preocupação com o desenvolvimento econômico aliado à responsabilidade ambiental.
Ricardo Brito, diretor-presidente da Desenvolve SP, destacou que as taxas oferecidas são significativamente inferiores às do mercado, e os prazos são diferenciados. Ele também mencionou que há linhas de crédito específicas para projetos de sustentabilidade e inovação, além de um suporte completo para as empreendedoras que buscam esse financiamento.
Essa medida é uma resposta a um contexto onde o apoio ao empreendedorismo feminino é crucial para a autonomia financeira das mulheres. O governo paulista busca, assim, não apenas fomentar o crescimento econômico, mas também contribuir para a diminuição da violência contra o gênero feminino, promovendo um ambiente mais seguro e igualitário.
Iniciativas como essa devem ser estimuladas pela sociedade civil, pois a união em torno de causas que visam o empoderamento feminino pode gerar um impacto significativo na vida de muitas mulheres. O apoio a projetos que promovem a autonomia financeira é essencial para transformar realidades e construir um futuro mais justo.

São Paulo entra em estado de alerta devido à chegada de uma massa de ar polar, com temperaturas previstas de até 5°C. Abrigos e tendas emergenciais serão instalados para acolher a população vulnerável.

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a expansão da Linha 1 do Metrô-DF, com novas estações e aquisição de trens, visando dobrar a capacidade de transporte em cinco anos. Apesar disso, persiste um déficit de servidores.

Centro Espírita Assistencial Nossa Senhora da Glória retoma feijoada beneficente em 27 de abril, após pausa por pandemia. Ingressos a R$ 45 visam arrecadar fundos para cestas básicas e melhorias no espaço.

A CCJ da Câmara dos Deputados aprovou projeto que aumenta penas para aliciamento de menores na internet, com reclusão de um a três anos e multas. A proposta visa proteger crianças após denúncias de exploração nas redes sociais.

O CNJ unificou as regras da perícia do BPC, seguindo o modelo biopsicossocial do INSS, com validade a partir de 2 de março de 2026, sem possibilidade de recurso. A mudança visa melhorar a avaliação de deficientes e idosos de baixa renda.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, planeja discutir a urgência da votação do projeto de lei 2628/2022, que visa proteger crianças online, com expectativa de votação na próxima semana. Após pressão de entidades de defesa, o projeto, já aprovado no Senado, busca estabelecer regras para a proteção de dados e publicidade digital infantil, em resposta a denúncias de exploração infantil nas redes sociais.