O Governo de São Paulo lança o Ônibus SP Por Todas, que oferecerá atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência em diversos municípios, promovendo acesso a serviços de proteção e orientação. O ônibus contará com profissionais capacitados e funcionará em locais de grande circulação, garantindo sigilo e apoio psicológico, jurídico e assistencial. Durante a 28ª Corrida do Bombeiro, o público poderá conhecer a estrutura e os serviços disponíveis.

O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Políticas para a Mulher, inaugurará no próximo domingo o Ônibus SP Por Todas. Este projeto visa acolher mulheres vítimas de violência, oferecendo serviços de orientação e proteção em diversos municípios do estado. O ônibus atuará em locais de grande circulação e eventos públicos, garantindo atendimento humanizado e sigiloso, com o objetivo de descentralizar o acesso a serviços integrados nas áreas psicossocial, jurídica e assistencial.
As mulheres atendidas pelo programa receberão informações sobre seus direitos e canais de denúncia, como o Ligue 190 e o aplicativo SP Mulher Segura. Além disso, elas poderão ser encaminhadas para redes de proteção, incluindo Delegacias da Mulher e Defensoria Pública. O ônibus contará com uma equipe composta por dois psicólogos, dois assistentes sociais e um coordenador, que atuarão em plantões, incluindo finais de semana e períodos noturnos.
O atendimento poderá ser realizado de forma individual ou em grupo, em um espaço que inclui salas de atendimento, um espaço educativo, banheiro acessível e toldo externo. O Ônibus SP Por Todas terá metas mensais de atendimento, visando alcançar o maior número possível de mulheres em situação de vulnerabilidade.
Durante a 28ª Corrida do Bombeiro, que ocorrerá neste sábado, o ônibus estará exposto para visitação. O público poderá conhecer a estrutura do veículo e receber informações sobre os serviços oferecidos às mulheres. A corrida terá largada às 7h, na Avenida Nazaré, 310, Ipiranga, zona sul da capital.
Essa iniciativa é um passo importante para garantir que mulheres em situação de violência tenham acesso a recursos e apoio necessário. O projeto não apenas oferece serviços essenciais, mas também promove a conscientização sobre a importância de proteger e apoiar as vítimas.
Iniciativas como essa devem ser estimuladas pela sociedade civil, que pode se unir para apoiar projetos que visem a proteção e o acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que precisam de ajuda.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sancionar até 31 de julho o PL n° 3.062 de 2022, que proíbe testes de cosméticos em animais e estabelece multas para empresas que utilizem esses métodos, mesmo no exterior. A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados em 9 de julho, visa preencher uma lacuna deixada por uma resolução anterior que não previa penalidades.

Estudo da Universidade de Aston revela que consumir frutas frescas reduz sintomas depressivos, enquanto lanches ultraprocessados aumentam ansiedade e estresse, destacando a importância da alimentação na saúde mental.

Xadalu Tupã Jekupé, artista guarani, participou da 11ª Exposição UGT na Avenida Paulista, abordando temas indígenas e ambientais, refletindo sobre resistência cultural e história. A mostra, que vai até o final de maio, destaca a arte como forma de reviver e preservar a cultura indígena.

Carlos e Lucas, um casal de professores, celebram o Dia Nacional da Adoção com a história de sua família, formada por três irmãos adotivos, superando desafios e preconceitos. Desde 2019, eles compartilham sua jornada nas redes sociais, inspirando outros a abraçar a adoção e a diversidade familiar.

Lalau e Laurabeatriz celebram trinta anos de parceria com o lançamento dos livros "Abissais" e "Vovôs e Vovós da Floresta", além de uma exposição em São Paulo com ilustrações originais e uma oficina gratuita.

Uma pesquisa da revista Science revelou que a ancestralidade brasileira é composta por 60% de genes europeus, 27% africanos e 13% indígenas, evidenciando o impacto do racismo nas condições de vida de negros e indígenas. O estudo, parte do projeto DNA do Brasil, destaca a desigualdade racial e a necessidade de ações afirmativas para combater o racismo estrutural que afeta milhões de brasileiros.