O governo federal anunciou dois novos leilões do Eco Invest, focando em investimentos sustentáveis, com destaque para Fundos de Investimento em Participações e soluções de equity e dívida. Os leilões visam atrair capital para projetos inovadores em setores estratégicos, como combustível sustentável de aviação e minerais críticos, alinhando-se à COP 30.

O governo federal anunciou o lançamento de dois novos leilões do Eco Invest, programa que busca atrair investimentos privados em projetos sustentáveis. A informação foi divulgada pelo Secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, durante um evento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com foco na COP 30, que ocorrerá em novembro. O terceiro leilão, previsto para os próximos vinte a trinta dias, será direcionado à criação de Fundos de Investimento em Participações (FIPs).
O objetivo deste leilão é captar recursos de investidores, tanto locais quanto estrangeiros, para apoiar projetos inovadores em setores estratégicos, como combustível sustentável de aviação (SAF) e minerais críticos. Ceron destacou que esta iniciativa representa uma abordagem diferente dos leilões anteriores, que priorizavam iniciativas mais maduras por meio de financiamento via dívida. “Essa aqui é realmente para o investidor que tem apetite pelo risco”, afirmou.
O valor estimado para o terceiro leilão é de bilhões de reais, mas, devido ao perfil mais arrojado dos projetos, a expectativa é que o apetite dos investidores seja mais contido em comparação aos leilões anteriores. O quarto leilão do Eco Invest também será realizado, abrangendo soluções que envolvem FIPs, além de equity e dívida, e está programado para ocorrer mais próximo da COP 30, em Belém.
O Secretário do Tesouro Nacional enfatizou a importância de incentivar uma economia baseada em soluções da natureza, especialmente no bioma amazônico. Ele ressaltou que essa abordagem está alinhada com as discussões que ocorrerão durante a conferência sobre clima. “Tem muita coisa surgindo”, completou Ceron, referindo-se ao potencial de crescimento e inovação no setor sustentável.
Esses leilões representam uma oportunidade significativa para investidores que desejam se envolver em projetos que promovem a sustentabilidade e a inovação. A participação em iniciativas que buscam soluções para desafios ambientais pode gerar não apenas retorno financeiro, mas também um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
Iniciativas como essas devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união em torno de projetos sustentáveis pode transformar realidades e contribuir para um futuro mais verde. A mobilização em torno dessas causas é essencial para garantir que os projetos inovadores recebam o suporte necessário para prosperar.

A senadora Professora Dorinha Seabra assume a liderança da bancada feminina no Senado, destacando a importância da representação feminina e a institucionalização da Procuradoria da Mulher. Ela elogiou a gestão de Leila Barros, que fortaleceu a presença feminina e conquistou avanços institucionais.

Gabeu, filho de Solimões, resgata suas raízes sertanejas ao criar o movimento queernejo, unindo tradição e modernidade, e promovendo reconciliações familiares através da música.

O Sesc FestClown 2025 traz mais de 30 apresentações gratuitas de palhaçaria ao Distrito Federal, incluindo visitas a hospitais e um circo na Asa Norte, promovendo alegria e cultura. Artistas como Kika de Moraes e a Excêntrica Família Firula se destacam, oferecendo oficinas e performances. O festival visa democratizar o acesso à arte circense, levando momentos de descontração a pacientes e profissionais de saúde em diversas instituições.

A nova Tarifa Social de energia elétrica, que começa em julho de 2025, promete isenção ou descontos para 110 milhões de brasileiros de baixa renda, com penalidades severas para fraudes. A proposta, do Ministério de Minas e Energia, aguarda aprovação do Congresso e visa reduzir desigualdades no acesso à energia.

A primeira-dama Janja critica o veto do presidente Lula à pensão vitalícia para crianças com microcefalia, destacando a luta de mães e avós em busca de apoio e questionando a aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O Brasil avança na saúde com o projeto do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS), financiado em US$ 320 milhões pelo Novo Banco do Desenvolvimento. A iniciativa, liderada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visa integrar tecnologia e saúde digital, promovendo um centro de excelência em saúde digital em São Paulo. O projeto inclui a construção de um edifício sustentável de 150 mil m² e a criação de uma rede de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) inteligentes em todo o país.