Durante o 53º Festival de Cinema de Gramado, o secretário do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, anunciou um edital de R$ 60 milhões para a comercialização de filmes nacionais, destacando a necessidade de regulamentação do streaming. A proposta, que já passou pelo Senado, enfrenta resistência na Câmara, especialmente em relação às alíquotas e à pressão de grandes empresas. Tavares enfatizou que a aprovação da regulamentação é crucial para o fortalecimento do setor audiovisual no Brasil.
Durante o 53º Festival de Cinema de Gramado, o secretário do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, anunciou um edital de R$ 60 milhões voltado para a comercialização de filmes nacionais. Ele ressaltou a importância da regulamentação do streaming (VOD - video on demand) para aumentar a arrecadação do setor audiovisual, que enfrenta desafios significativos, especialmente na distribuição de filmes. A proposta de regulamentação está em discussão no Congresso, tendo sido aprovada no Senado e retornado à Câmara, onde enfrenta resistência.
Tavares destacou que a renovação da lei do audiovisual permitirá um aumento expressivo nos investimentos públicos, que não eram atualizados desde o início do Plano Real. O projeto, que altera a Medida Provisória 2228/01, visa fortalecer o fundo setorial e garantir um fomento mais duradouro ao audiovisual. Apesar dos investimentos, muitos profissionais da indústria acreditam que os recursos ainda são insuficientes para atender à demanda.
O edital anunciado em Gramado visa selecionar projetos de comercialização de longas-metragens brasileiros independentes, abrangendo ficção, documentário e animação. O investimento do governo na cultura, que alcançou R$ 2,8 bilhões através da lei Paulo Gustavo, é considerado o maior da história do Brasil. No entanto, distribuidores apontam que o valor do edital não é suficiente para suprir a necessidade de formação de público nas salas de cinema.
O secretário do MinC também mencionou que novos investimentos serão anunciados nos próximos meses, com foco na aprovação da regulamentação do streaming. A proposta, que ainda não foi votada no Plenário da Câmara, enfrenta obstruções e manobras da oposição, que teme que a regulação possa resultar em censura ou restrições excessivas às plataformas digitais.
As alíquotas propostas para as empresas de streaming, como Netflix e Disney+, geram controvérsia. O relator do projeto, Nelsinho Trad (PSD-MS), e a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) buscam um consenso, mas a resistência política e a pressão de grandes empresas dificultam a aprovação. O governo, por sua vez, tem mantido os recursos do fundo setorial preservados, permitindo um investimento histórico no audiovisual.
O edital prevê cinco módulos de apoio, variando de R$ 250 mil a R$ 2 milhões por projeto, com cotas regionais e para grupos sub-representados. Essa iniciativa pode ser um passo importante para a revitalização do cinema brasileiro, que já conquistou reconhecimento internacional. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos culturais e sociais que buscam fortalecer a indústria audiovisual no Brasil.
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