O Paraná implementou em 2025 o programa Parceiro da Escola, envolvendo 82 instituições e empresas, com alta aprovação de pais e diretores, otimizando a gestão escolar e garantindo continuidade nas aulas.

O Paraná lançou, em 2025, o programa Parceiro da Escola, que envolve 82 escolas e empresas para aprimorar a gestão escolar. A iniciativa, criada pela lei do governador Ratinho Júnior, combina práticas da gestão pública e privada para aumentar a eficiência dos serviços educacionais. O governo fornece a visão estratégica, enquanto as empresas parceiras garantem agilidade nas operações, abrangendo desde limpeza até a gestão documental e a alimentação escolar.
Com a implementação do programa, os diretores das escolas têm mais tempo para se concentrar na área pedagógica. Eles podem acompanhar aulas, liderar reuniões e se reunir com famílias, enquanto as empresas parceiras cuidam das tarefas operacionais. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Radar/Inteligência com dois mil pais revelou que 86,5% deles aprovam o programa, e 84,2% o recomendariam, destacando a agilidade em reparos e a redução das faltas de professores.
A taxa de cobertura das aulas alcançou 99,8%, garantindo a continuidade do ensino. Aproximadamente 95% dos diretores avaliaram como ótimo ou bom o apoio das empresas ao trabalho pedagógico. O Paraná se destaca na educação brasileira, ocupando o primeiro lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e buscando sempre inovações na gestão pública.
A ONG Todos Pela Educação reconhece o programa como uma proposta com "enorme potencial para a melhoria da qualidade do ensino público". O sucesso do programa depende da qualidade do projeto e da implementação, com contratos que incluem cláusulas de monitoramento e responsabilização. Nos primeiros meses, as empresas investiram, em média, R$ 9,2 milhões em melhorias, como reformas e revitalizações de espaços escolares.
Além das melhorias estruturais, foram oferecidos uniformes, excursões e apoio a competições esportivas. O programa é uma das várias iniciativas inovadoras do governo do Paraná, que também inclui a expansão da educação em tempo integral e parcerias público-privadas para a construção de escolas. Essas ações visam fortalecer a educação e garantir um futuro melhor para os estudantes.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem transformar a realidade educacional de muitas crianças e jovens. O envolvimento da comunidade é essencial para garantir que projetos de melhoria na educação continuem a prosperar e a beneficiar os alunos.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) suspendeu uma lei de Belo Horizonte que permitia a proibição do uso de banheiros por pessoas trans em instituições religiosas, considerando-a discriminatória. A decisão, acatada por unanimidade, foi motivada por um pedido do Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual e Identidade de Gênero (Cellos), que argumentou que a norma violava a dignidade humana e fomentava a intolerância. A eficácia da lei está suspensa até o julgamento final do caso, em um contexto de crescente restrição aos direitos de pessoas trans no Brasil.

Brasil é elogiado na Cúpula da Parceria Global de Saúde Digital por sua liderança em saúde digital e iniciativas como "Agora Tem Especialistas", visando melhorar o acesso à saúde no SUS.

A Beija-Flor de Nilópolis recebeu uma carta de agradecimento do Iphan pelo enredo "Bembé", que destaca a cultura afro-brasileira e o Bembé do Mercado, Patrimônio Cultural desde 2019. A escola promove a valorização dessa manifestação ancestral, oferecendo ao Brasil e ao mundo a chance de conhecer e respeitar um dos cultos africanos mais antigos do país.

Apesar de bilhões em royalties do petróleo, Presidente Kennedy e Campos dos Goytacazes enfrentam pobreza, corrupção e infraestrutura deficiente, com a população sem acesso a serviços básicos essenciais.

A Universidade Católica de Brasília lança o projeto 'Lab Metaverse UCB: O Futuro é Ancestral' em 15 de maio, unindo saberes indígenas e tecnologias como realidade virtual e inteligência artificial. O evento contará com a presença de líderes indígenas e proporcionará experiências imersivas, destacando a cultura Pataxó e Yawanawá.

O Centro de Excelência em IA da UFG receberá supercomputadores com chips Blackwell B200, ampliando a pesquisa em inteligência artificial no Brasil. O investimento de R$ 40 milhões visa desenvolver soluções locais e inovadoras.