O Governo Federal anunciou um novo investimento de R$ 16 milhões para Santa Maria, totalizando R$ 68 milhões em obras de infraestrutura no Rio Grande do Sul, visando a recuperação de estradas e pontes. O ministro Waldez Góes destacou a importância da parceria entre as esferas de governo para a reconstrução da região afetada por eventos climáticos extremos.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou, em Brasília, um novo empenho de R$ 16 milhões para o município de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Este valor se soma aos R$ 52 milhões já aprovados para a reconstrução de estradas e pontes na região, totalizando R$ 68 milhões em investimentos em infraestrutura. A decisão foi tomada em reunião entre o ministro Waldez Góes, o prefeito Rodrigo Decimo, o deputado federal Paulo Pimenta e o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do MIDR, Wolnei Wolff.
Waldez Góes destacou a importância de Santa Maria no processo de recuperação do estado, que tem enfrentado eventos climáticos extremos. O ministro mencionou que já foram destinados mais de R$ 5 milhões em ações de ajuda humanitária e restabelecimento, além das obras estruturantes em andamento. Um dos principais investimentos é o aporte para a Estrada do Peral, vital para o desenvolvimento local e que já recebeu mais de R$ 23 milhões.
O prefeito Rodrigo Decimo ressaltou a relevância da Estrada do Peral, que não apenas conecta Santa Maria ao município de Itaara, mas também é um ponto turístico da cidade. Ele afirmou que os recursos federais já ultrapassam R$ 50 milhões, com muitas obras ainda por vir. A reunião foi parte de uma força-tarefa do Governo Federal para apoiar a recuperação do Rio Grande do Sul, que tem enfrentado desafios significativos nos últimos meses.
O MIDR, por meio da Defesa Civil Nacional, continua a coordenar ações de apoio humanitário e a reconstrução de infraestrutura pública em várias cidades do estado. Wolnei Wolff enfatizou a importância da colaboração entre o Governo Federal, o Estado e as prefeituras para garantir que os recursos cheguem de forma eficiente aos municípios afetados.
A recuperação da infraestrutura é crucial para a revitalização da região, que sofreu com os impactos de desastres naturais. O investimento em estradas e pontes não apenas melhora a mobilidade, mas também impulsiona a economia local, beneficiando a população diretamente. A união de esforços entre diferentes esferas do governo é fundamental para enfrentar os desafios impostos por esses eventos climáticos.
Nesta situação, a solidariedade da sociedade civil pode fazer a diferença. Vítimas dos desastres naturais e da crise de infraestrutura podem precisar de apoio na recuperação e na reconstrução de suas vidas. Projetos que visam ajudar essas comunidades devem ser incentivados, promovendo a união em prol de um futuro melhor para todos.

Operação do Ibama e IMA-SC no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro resulta na apreensão de 101 aves silvestres e multas que ultrapassam R$ 200 mil. Ação combate tráfico e protege espécies ameaçadas.

O Ibama atualizou o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental, incluindo novas categorias profissionais como Ecólogo e Técnicos em Biotecnologia, com prazo de 90 dias para inscrição. Essa mudança visa regulamentar a atuação desses profissionais e reforçar a gestão ambiental no Brasil.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou 63 dispositivos do projeto que flexibiliza o licenciamento ambiental, preservando normas de proteção. O governo enviou novas propostas ao Congresso, incluindo a manutenção do Licenciamento Ambiental Especial em três fases.

Brasil se compromete a reduzir emissões de gases-estufa em até 67% até 2035, com o Plano Clima dividido em 23 planos setoriais, priorizando justiça climática e adaptação para populações vulneráveis.

Após as devastadoras enchentes de 2024, o Rio Grande do Sul inicia projetos de reflorestamento, como Reflora e Muda, mas ambientalistas clamam por ações mais eficazes e rápidas para prevenir novas tragédias.

O Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais entre 1985 e 2024, reduzindo a vegetação nativa de 80% para 65%, com a agropecuária como principal responsável. O MapBiomas alerta para a urgência de políticas que equilibrem produção agrícola e preservação ambiental.