O Governo Federal e o Governo do Ceará inauguraram o setor 1 do Projeto Malha D’Água, que beneficiará 280 mil pessoas com água tratada em nove municípios, com investimento de R$ 675 milhões. A obra é um marco na segurança hídrica da região semiárida.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), e o Governo do Ceará inauguraram, no dia 12 de agosto, o setor 1 do Projeto Malha D’Água – Sistema Adutor Banabuiú – Sertão Central. Este projeto é considerado um dos maiores empreendimentos de segurança hídrica do Brasil e o mais significativo do Ceará, beneficiando 280 mil pessoas em nove municípios.
A cerimônia de entrega ocorreu na Estação de Tratamento de Água (ETA) localizada às margens do Açude Banabuiú. O investimento já realizado é de R$ 432,8 milhões, com previsão de alcançar R$ 675 milhões até a conclusão total do projeto. As cidades que receberão água tratada incluem Banabuiú, Jaguaretama, Solonópole, Milhã, Deputado Irapuan Pinheiro, Senador Pompeu, Piquet Carneiro, Mombaça e Pedra Branca.
O Sistema Adutor Banabuiú – Sertão Central conta com uma extensão de 291,61 quilômetros de adutora principal e 396,48 quilômetros de ramais, formando uma rede que levará água potável a comunidades urbanas e rurais. Atualmente, a obra mobiliza 690 trabalhadores e 130 equipamentos, consolidando-se como um marco na infraestrutura hídrica do estado.
Durante o evento, o Secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira, destacou a importância social da obra, afirmando que ela transformará a região semiárida cearense, que enfrenta sérios problemas de segurança hídrica. Ele enfatizou que a população mais necessitada terá acesso a água de qualidade para consumo.
O governo estadual informou que a conclusão total do Projeto Malha D’Água irá reforçar a segurança hídrica da região, assegurando abastecimento contínuo e de qualidade, mesmo em períodos de estiagem prolongada. Essa iniciativa é crucial para melhorar a qualidade de vida das comunidades afetadas pela escassez de água.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de quem mais precisa. Projetos que visam garantir o acesso à água tratada são fundamentais para o desenvolvimento e a dignidade das populações em regiões vulneráveis.

O governo Lula liberou R$ 3,7 milhões à Portela para o desfile de 2026, que abordará a história do Príncipe Custódio Joaquim de Almeida e sua importância na cultura Afro-Gaúcha. A verba será usada na produção de fantasias, alegorias e cenários.

Os 120 anos de Nise da Silveira serão comemorados na Bienal do Livro do Rio com um painel que destaca sua contribuição à psiquiatria e à literatura, reunindo especialistas e obras significativas.

O time brasileiro de vela do SailGP promoveu uma ação inclusiva nas Ilhas Cagarras, levando pessoas com deficiências visuais e auditivas para uma experiência de navegação adaptada. A iniciativa, chamada Velejando com Sentido, contou com a participação de renomados atletas e integrou a Impact League, destacando a importância da acessibilidade no esporte. A etapa carioca do SailGP, inicialmente prevista para maio de 2023, foi adiada para 2026 após um acidente em São Francisco.

O 1º Congresso Latino-Americano da World Federation for Neurorehabilitation, realizado no hospital Sarah, destacou a reabilitação acessível e o uso da arte na recuperação de pacientes. Especialistas discutiram intervenções em Parkinson e a importância do teleatendimento.

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu, por unanimidade, permitir a alteração do gênero para neutro em registro civil, destacando a autoidentificação e o direito à felicidade. A relatora, ministra Nancy Andrighi, enfatizou a importância de ouvir a demanda da pessoa envolvida, que, após transição de gênero, percebeu que não se sentia bem. A decisão reforça a segurança que a autoidentificação proporciona, alinhando-se a precedentes do Supremo Tribunal Federal sobre direitos individuais.

O novo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) de 2024 revela que o analfabetismo funcional entre jovens aumentou de 14% para 16% desde 2018, exigindo políticas públicas urgentes na educação. A pesquisa, realizada com mais de 2.500 pessoas, destaca que 29% da população entre 15 e 64 anos enfrenta dificuldades de leitura e escrita, refletindo desigualdades raciais e sociais.