O Governo Federal alterou a Regra de Proteção do Bolsa Família, reduzindo o período de permanência de 24 para 12 meses para famílias com aumento de renda. A mudança visa garantir suporte durante a recuperação econômica.

O Governo Federal anunciou, em 15 de maio, alterações na Regra de Proteção do Bolsa Família, que afeta famílias que tiveram aumento de renda. A partir de junho, o período de permanência no programa para essas famílias será reduzido de 24 para 12 meses. Essa mudança será aplicada na folha de pagamentos de julho e visa garantir uma transição mais rápida para as famílias que superaram os limites de renda.
Atualmente, o Bolsa Família estabelece um limite de R$ 218,00 mensais por pessoa. Quando uma família experimenta um aumento na renda, como a inclusão de um novo emprego, é necessário recalcular a elegibilidade para o benefício. A Regra de Proteção permite que essas famílias continuem recebendo metade do valor anterior durante o novo período de um ano, desde que a renda por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo.
A decisão do governo de modificar a regra foi motivada pela recuperação econômica e pelo crescimento do mercado de trabalho formal. Eliane Aquino, secretária nacional de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), destacou que a nova regra oferece um tempo adequado para que as famílias acessem benefícios como o seguro-desemprego, evitando que fiquem desprotegidas.
As famílias que já estavam sob a Regra de Proteção até junho, ou seja, aquelas que tiveram aumento de renda em meses anteriores, não serão impactadas pela nova norma. Elas continuarão a receber o benefício até completar os 24 meses de transição, conforme a regra anterior.
Essas mudanças refletem um esforço do governo para alinhar o programa às condições econômicas atuais e à linha de pobreza internacional, que considera a distribuição de renda em diferentes países. A expectativa é que essa medida ajude a manter a proteção social para as famílias em situação de vulnerabilidade.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e o fortalecimento das famílias beneficiadas. A união em torno de projetos sociais pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que dependem de assistência para superar desafios econômicos.

Quase 20% das unidades de moradia popular em São Paulo estão sob investigação por fraudes, com sanções de R$ 31 milhões. Uma CPI foi aprovada para apurar o uso de incentivos habitacionais.

O youtuber Felca denunciou a adultização de crianças nas redes sociais, destacando a prisão do influenciador Hytalo Santos e a necessidade de proteção infantil na internet. Ele incentiva denúncias e alerta sobre ameaças recebidas.

A Udemy oferece mais de 400 cursos gratuitos, permitindo que estudantes de todos os níveis se qualifiquem em diversas áreas, como tecnologia e marketing digital. Essa é uma chance acessível para aprimorar habilidades e obter certificados.

O Conselho Curador do FGTS aprovou a "Faixa 4" do Minha Casa, Minha Vida, ampliando o teto de renda familiar para R$ 12 mil e beneficiando 120 mil novas famílias. A medida, que deve ser implementada em maio, é um movimento do governo para atender a classe média, com R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal sendo direcionados ao programa. Além disso, ajustes nos limites de aquisição de imóveis foram aprovados, aumentando os tetos em municípios menores e permitindo que famílias com renda de até R$ 4,7 mil acessem imóveis da Faixa 3.

João Marcelo Drummond, motorista de aplicativo sem as duas pernas, foi multado por dirigir sem habilitação, mas agora obteve sua CNH e planeja adaptar seu carro para trabalho legal.

O MPRJ conseguiu na Justiça a suspensão da obrigatoriedade do cartão Jaé para idosos, permitindo o uso do Riocard até que todos tenham o novo cartão. A decisão responde a falhas no processo de transição.