A Prefeitura de Pouso Alegre (MG) investiga denúncia de um homem mantido nu em um canil de um centro de acolhimento. O vereador Leandro Morais pede CPI e ação do Ministério Público. A prefeitura repudia a situação.

A Prefeitura de Pouso Alegre, em Minas Gerais, iniciou um processo interno para investigar uma denúncia grave envolvendo um centro de acolhimento a moradores de rua. A acusação, revelada pelo vereador Leandro Morais (União Brasil), afirma que um homem foi mantido nu em um canil da instituição. A Polícia Civil também abriu um inquérito para apurar os fatos, que foram apresentados em uma sessão da Câmara Municipal.
Durante a sessão, o vereador exibiu uma imagem do incidente, onde o homem aparece sem roupas, com o rosto e partes íntimas borrados digitalmente. Morais informou que recebeu a denúncia de servidores sob condição de anonimato e que o caso teria ocorrido no início do ano. Ele planeja solicitar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e acionar o Ministério Público para investigar a situação.
A Polícia Civil de Pouso Alegre declarou que está realizando diligências e oitivas para esclarecer os fatos, ressaltando que o procedimento tramita sob sigilo devido à natureza da investigação. O vereador também mencionou que o mesmo homem teria sofrido um episódio de agressão na madrugada seguinte à revelação do caso, embora não tenha certeza se os dois incidentes estão relacionados.
Morais enfatizou a gravidade da situação, afirmando que se trata de um crime contra pessoas em situação de rua. Ele destacou a necessidade de responsabilização e apuração rigorosa por parte do Ministério Público, alertando que a normalização de tais práticas seria inaceitável. A prefeitura, por sua vez, manifestou repúdio a qualquer forma de desrespeito à dignidade humana e reafirmou seu compromisso com o cuidado e respeito às pessoas vulneráveis.
O Centro Municipal de Acolhimento Provisório de Adultos (Cemapa) é gerido pela Secretaria Municipal de Políticas Sociais. A gestão municipal assegurou que, caso sejam constatadas irregularidades ou condutas criminosas, tomará as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos.
Esse incidente ressalta a urgência de ações efetivas para proteger os direitos dos moradores de rua. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar iniciativas que promovam a dignidade e a segurança dessas pessoas, contribuindo para a construção de um ambiente mais justo e humano.

A Defensoria Pública do Estado do Rio denunciou a Prefeitura por retirar pertences de pessoas em situação de rua sem oferecer acolhimento, desrespeitando decisões judiciais. A ação gerou críticas sobre a dignidade e a falta de vagas em abrigos.

Após o vídeo do youtuber Felipe Bressanim Pereira, o Felca, 32 projetos de lei foram apresentados na Câmara dos Deputados para combater a exploração de crianças na internet. As propostas incluem restrições à monetização e exigências para plataformas digitais.

Estudo revela que, no Brasil, a renda familiar é o principal fator que influencia o desempenho escolar, ao contrário de sociedades mais igualitárias, onde o capital cultural é mais relevante. Pesquisadores analisaram dados de setenta e dois países no exame Pisa.

Defensoria Pública de São Paulo recomenda afastamento da equipe de segurança do shopping Pátio Higienópolis após casos de racismo contra jovens negros. Ação busca reparação e evento sobre direitos.

Indígenas marcham em Brasília em defesa dos direitos constitucionais e contra o marco temporal. O evento destaca a cultura e o papel das mulheres na luta climática.

A Medida Provisória nº 1.300/2025 amplia a Tarifa Social de Energia Elétrica, garantindo gratuidade para consumo de até 80 kWh e descontos para até 120 kWh, beneficiando cerca de 60 milhões de pessoas.