A Prefeitura de Pouso Alegre (MG) investiga denúncia de um homem mantido nu em um canil de um centro de acolhimento. O vereador Leandro Morais pede CPI e ação do Ministério Público. A prefeitura repudia a situação.

A Prefeitura de Pouso Alegre, em Minas Gerais, iniciou um processo interno para investigar uma denúncia grave envolvendo um centro de acolhimento a moradores de rua. A acusação, revelada pelo vereador Leandro Morais (União Brasil), afirma que um homem foi mantido nu em um canil da instituição. A Polícia Civil também abriu um inquérito para apurar os fatos, que foram apresentados em uma sessão da Câmara Municipal.
Durante a sessão, o vereador exibiu uma imagem do incidente, onde o homem aparece sem roupas, com o rosto e partes íntimas borrados digitalmente. Morais informou que recebeu a denúncia de servidores sob condição de anonimato e que o caso teria ocorrido no início do ano. Ele planeja solicitar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e acionar o Ministério Público para investigar a situação.
A Polícia Civil de Pouso Alegre declarou que está realizando diligências e oitivas para esclarecer os fatos, ressaltando que o procedimento tramita sob sigilo devido à natureza da investigação. O vereador também mencionou que o mesmo homem teria sofrido um episódio de agressão na madrugada seguinte à revelação do caso, embora não tenha certeza se os dois incidentes estão relacionados.
Morais enfatizou a gravidade da situação, afirmando que se trata de um crime contra pessoas em situação de rua. Ele destacou a necessidade de responsabilização e apuração rigorosa por parte do Ministério Público, alertando que a normalização de tais práticas seria inaceitável. A prefeitura, por sua vez, manifestou repúdio a qualquer forma de desrespeito à dignidade humana e reafirmou seu compromisso com o cuidado e respeito às pessoas vulneráveis.
O Centro Municipal de Acolhimento Provisório de Adultos (Cemapa) é gerido pela Secretaria Municipal de Políticas Sociais. A gestão municipal assegurou que, caso sejam constatadas irregularidades ou condutas criminosas, tomará as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos.
Esse incidente ressalta a urgência de ações efetivas para proteger os direitos dos moradores de rua. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar iniciativas que promovam a dignidade e a segurança dessas pessoas, contribuindo para a construção de um ambiente mais justo e humano.

O Rio de Janeiro recebe uma intensa programação cultural entre 7 e 13 de agosto, com eventos como o Festival de Arte e Cultura do IFRJ e a Feira da Cidadania Carioca, promovendo arte e música. O Palácio Capanema e o Parque Madureira serão os principais palcos, oferecendo atividades gratuitas e shows de artistas renomados, como Moyseis Marques e Pretinho da Serrinha. O Jazz Proibidão também promete agitar a cena musical com uma fusão de jazz e funk carioca.

A Justiça reconheceu o direito de Tokinho, um cão agredido por seu ex-tutor, a ser indenizado por danos morais, estabelecendo um importante precedente para a proteção dos direitos dos animais. Essa decisão reforça a senciência animal e a necessidade de respeitar seus interesses, promovendo uma visão mais inclusiva nas relações interespécies.

Célia Leão, ex-deputada e defensora dos direitos das pessoas com deficiência, foi impedida de embarcar em voo da GOL por causa de sua almofada ortopédica, gerando protestos e atrasos. Após ser retirada do avião em Buenos Aires, Célia e seu marido conseguiram autorização para usar a almofada, mas chegaram a Guarulhos mais de 28 horas depois do previsto. Ela denunciou a situação como inaceitável para pessoas com deficiência.

Cacica Jamopoty Tupinambá reivindica devolução do manto sagrado ao seu povo na Bahia. O Museu Nacional do Rio de Janeiro não avançou nas negociações, apesar do apoio do governo.

A repressão policial contra ambulantes no Brás, São Paulo, intensificou-se após o assassinato de Ngagne Mbaye, com relatos de violência e extorsão sistemática. O Centro Gaspar Garcia documentou 23 casos de abusos desde 2023, evidenciando um padrão de racismo institucional.

Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, determina aposentadoria compulsória da major transexual Lumen Muller Lohn, alegando "incompatibilidade" após 27 anos de serviço. Lumen denuncia discriminação.