João Marcelo Drummond, motorista de aplicativo sem as duas pernas, foi multado por dirigir sem habilitação, mas agora obteve sua CNH e planeja adaptar seu carro para trabalho legal.

Em fevereiro de 2024, João Marcelo Drummond, um motorista de aplicativo, foi multado e teve seu carro rebocado na Rodoviária Novo Rio. Na ocasião, agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) constataram que ele não possuía as duas pernas e utilizava um cabo de vassoura para pressionar os pedais do veículo, além de não ter habilitação. Recentemente, João foi aprovado no exame prático de direção do Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran-RJ).
João participou do programa Cidadania Sobre Rodas, que oferece aulas gratuitas de direção para pessoas com deficiência que necessitam de veículos adaptados. Ele expressou sua gratidão pelo aprendizado e pelo tratamento recebido durante o curso. "Só dirigi sem habilitação porque precisava trabalhar para sustentar minha família. Agora, dentro da lei, pretendo adaptar meu carro e usá-lo para fazer entrega de mercadorias", afirmou João.
Morador de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, João é casado e pai de três filhos. Ele recebeu sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em um posto acessível, na Avenida Francisco Bicalho. A conquista de João é um exemplo de superação e determinação, inspirando outras pessoas com deficiência a se inscreverem no programa.
Vinicius Farah, presidente do Detran-RJ, elogiou a trajetória de João: "É gratificante ver histórias como a do João, que nos inspiram pela coragem e determinação. Parabéns pela conquista da sua CNH e por provar que, com apoio e oportunidade, todos podem superar desafios e seguir em frente com dignidade".
A aprovação de João no exame prático representa não apenas uma vitória pessoal, mas também um avanço na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. A adaptação de veículos para atender às necessidades de motoristas com limitações físicas é fundamental para garantir a mobilidade e a autonomia desses profissionais.
Histórias como a de João demonstram a importância de iniciativas que promovem a inclusão e o apoio a pessoas com deficiência. A união da sociedade pode ser um fator decisivo para impulsionar projetos que visem melhorar a qualidade de vida e as oportunidades de trabalho para esses indivíduos, permitindo que mais pessoas como João possam alcançar seus objetivos e contribuir para suas famílias.

Estudo revela que, no Brasil, a renda familiar é o principal fator que influencia o desempenho escolar, ao contrário de sociedades mais igualitárias, onde o capital cultural é mais relevante. Pesquisadores analisaram dados de setenta e dois países no exame Pisa.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) continua a ser fundamental na proteção dos direitos infantojuvenis, com novas leis como a Lei Henry Borel e a Lei nº 14.979, que fortalecem a segurança e a saúde das crianças. Essas iniciativas visam garantir um ambiente mais seguro e saudável, refletindo a importância do ECA na promoção do bem-estar infantil.

O pagamento do Bolsa Família de maio incluirá a última parcela do Benefício Extraordinário de Transição (BET), atendendo 166 mil famílias. O programa segue sem redução de renda até junho de 2025.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tornou obrigatória a assistência jurídica da Defensoria Pública para mulheres vítimas de violência doméstica, garantindo representação automática no processo. Essa decisão, que amplia a proteção já prevista na Lei Maria da Penha, assegura que as vítimas tenham apoio legal desde a abertura do processo, sem depender de iniciativa própria. A medida também se aplica a casos de feminicídio, permitindo que a família da vítima seja representada no tribunal do júri. A defensora Thais Lima destacou que essa mudança é histórica e essencial para garantir os direitos das mulheres em situações de violência.

O Senado aprovou a permanência da renúncia fiscal da Lei de Incentivo ao Esporte, aguardando sanção do presidente Lula. A medida pode fortalecer projetos esportivos e aumentar investimentos no setor.

Influenciador Felca denuncia perfis que expõem crianças dançando músicas sensuais, gerando um movimento de conscientização sobre a proteção infantil online e conquistando nove milhões de seguidores em nove dias.