A COP30, que ocorrerá em Belém, já divulgou os preços da Green Zone, variando de $ 1.250 a $ 1.500 por metro quadrado. O evento contará com a presença do Papa Leone XIV, que destaca a urgência climática.

A tabela de preços para a Green Zone da COP30, que ocorrerá em Belém, foi divulgada, com valores variando entre 1.250 e 1.500 dólares por metro quadrado. Este espaço é fundamental para a conferência, pois abriga exposições, hubs temáticos e atividades voltadas para a ação climática e o desenvolvimento sustentável. A gestão da Green Zone será realizada pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e pela Pronto/RG.
Belém enfrenta desafios significativos de infraestrutura para receber o evento, que é um dos mais importantes sobre clima e sustentabilidade. Além da Green Zone, a conferência contará com a Blue Zone, destinada a encontros oficiais e à participação de chefes de estado. Este formato dual visa facilitar a interação entre o público e os líderes globais em questões climáticas.
Entre os convidados para a COP30 está o Papa Leone XIV, que tem se manifestado sobre a emergência climática. Sua presença no evento destaca a importância da ação coletiva em prol do meio ambiente e a necessidade de um compromisso global para enfrentar as mudanças climáticas. O Papa tem recebido diversos convites para participar da conferência, o que ressalta seu papel como uma voz influente nesse debate.
A COP30 representa uma oportunidade única para que empresas e organizações se envolvam ativamente na discussão sobre sustentabilidade. A participação na Green Zone não apenas proporciona visibilidade, mas também permite que as empresas demonstrem seu compromisso com práticas sustentáveis e a responsabilidade social.
Com a divulgação dos preços, espera-se que diversas empresas manifestem interesse em ocupar espaços na Green Zone, contribuindo para a criação de um ambiente dinâmico e interativo durante a conferência. A expectativa é que a participação ativa de diferentes setores da sociedade ajude a promover soluções inovadoras para os desafios climáticos enfrentados globalmente.
Nesta conjuntura, a união de esforços pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar iniciativas sustentáveis e ações em defesa do meio ambiente devem ser incentivados pela sociedade civil. A mobilização em torno da COP30 pode gerar um impacto significativo, promovendo a conscientização e a ação em prol de um futuro mais sustentável.

As Reuniões Climáticas de Junho em Bonn trouxeram avanços para a COP30, mas questões de financiamento e adaptação permanecem em impasse. Diplomacia brasileira é elogiada, mas desafios persistem.

Secas recordes entre 2023 e 2025 causaram danos sem precedentes em diversas regiões, incluindo a Amazônia, afetando economias e ecossistemas globalmente, segundo relatório da UNCCD. O fenômeno El Niño e a mudança climática intensificaram os efeitos da seca, resultando em perdas significativas no comércio internacional e impactos severos na fauna e flora.

Uma nova coalizão internacional, a Coalizão Brasil para o Financiamento da Restauração e da Bioeconomia, anunciou um investimento de US$ 2,6 bilhões para reflorestamento no Brasil até 2030. O projeto visa recuperar 5 milhões de hectares de florestas, envolvendo 23 empresas e instituições, incluindo a Suzano e o Banco do Brasil.

Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA, iniciou um treinamento para mil ativistas ambientais no Brasil, elogiando o país como potencial líder em questões climáticas. Ele destaca a matriz energética renovável e a diplomacia do governo Lula.
Uma tartaruga-de-couro foi vista desovando na Praia de Jacaraípe, na Serra, em um período atípico. O Ipram coletou material genético e isolou a área para proteger o animal. A fêmea, que mede cerca de 1,5 metro, é a terceira a ser registrada na praia, mas a primeira a desovar. O biólogo Alexsandro Santos destaca que a desova fora da época habitual não indica problemas de saúde.

Movimentos sociais tentaram envolver Paula Lavigne na produção do 2º Ato pela Terra, mas ela declinou devido à turnê de Caetano Veloso, reafirmando sua oposição ao licenciamento ambiental.