A Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 do Guará promove o Grupo Bem-Estar, que oferece práticas de meditação e ioga às quintas-feiras, visando saúde integral e socialização. A iniciativa busca aliviar dores e ansiedade, fortalecendo vínculos comunitários.

Com o objetivo de promover o bem-estar da comunidade, a Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 do Guará realiza, todas as quintas-feiras, às 8h, o Grupo Bem-Estar. Essa iniciativa oferece práticas terapêuticas como meditação e ioga, focando no alívio de dores e na redução da ansiedade. O grupo é aberto a adultos e idosos e acontece no Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico (Hamb), também conhecido como Horto Sucupira.
A proposta do Grupo Bem-Estar é expandir o cuidado integral dos usuários, indo além dos consultórios. A equipe da UBS 2 do Guará, liderada pela gerente Valdiane Oliveira, acredita que a saúde é construída através da escuta e do vínculo, valorizando o ser humano em sua totalidade. “O grupo nasce dessa visão e do trabalho comprometido da nossa equipe”, afirma Oliveira.
As atividades, com duração de cerca de uma hora, permitem que até doze participantes experimentem técnicas como respiração consciente e alongamento por meio do ioga. Além dos benefícios físicos e emocionais, a socialização entre os membros da comunidade é um aspecto importante da iniciativa. “Esse espaço tem aproximado profissionais e população, resgatando saberes populares e promovendo um cuidado mais amplo”, complementa a gerente.
O Horto Sucupira, onde ocorrem as aulas, é um espaço que potencializa as práticas terapêuticas, contribuindo para o autoconhecimento e o fortalecimento físico. A equipe responsável busca incentivar a flexibilidade e o equilíbrio dos participantes, promovendo uma saúde mais holística.
O Grupo Bem-Estar é um exemplo de como iniciativas comunitárias podem transformar a vida das pessoas, oferecendo suporte emocional e físico. A interação entre os participantes também fortalece a educação em saúde, criando um ambiente de aprendizado e troca de experiências.
Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois têm o potencial de impactar positivamente a vida de muitos. A união da comunidade pode ser fundamental para garantir a continuidade e expansão de ações que promovem a saúde e o bem-estar de todos.

Pesquisas recentes indicam que a vacinação contra o herpes zoster pode reduzir o risco de demência, reforçando a teoria de que vírus comuns estão ligados ao Alzheimer. Ruth Itzhaki, pioneira na área, destaca a importância de mais estudos.

O governo reduziu em 42% o orçamento do Prêmio do Seguro Rural, enquanto um projeto na Comissão de Constituição e Justiça busca modernizar a legislação e garantir benefícios financeiros aos agricultores.

O Centro de Excelência em IA da UFG receberá supercomputadores com chips Blackwell B200, ampliando a pesquisa em inteligência artificial no Brasil. O investimento de R$ 40 milhões visa desenvolver soluções locais e inovadoras.

A experiência em cuidados paliativos revela a importância de incluir crianças no processo de luto, promovendo uma comunicação clara sobre a morte. O autor destaca que a exclusão infantil gera confusão e dor, sugerindo que adultos devem ouvir as percepções das crianças e compartilhar suas próprias emoções. A abordagem simbólica, como dizer que alguém virou uma estrelinha, é considerada vaga e inadequada. O diálogo sincero e a preparação para a perda são essenciais, especialmente em casos de luto antecipatório, que é menos doloroso que a morte repentina.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal realiza o I Ciclo de Palestras de Segurança Pública, focado na proteção da mulher e na conscientização sobre violência doméstica. O evento, promovido pelos Conselhos Comunitários de Segurança, ocorrerá em diversas localidades, com o próximo encontro em 26 de agosto, abordando temas como empoderamento feminino e apoio às vítimas. As palestras visam transformar realidades e fortalecer redes de apoio, com a participação de especialistas e instituições parceiras. As inscrições são gratuitas.

A SES-DF lança a estratégia Wolbito, com mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, que não transmitem dengue, zika e chikungunya. A ação visa reduzir a incidência de arboviroses em áreas vulneráveis do DF.