Lucas Henrique dos Santos da Silva, o "Menino do Vício", superou a dependência química e agora inspira outros a ler no TikTok, acumulando 250 mil seguidores e planejando sua autobiografia. Ele compartilha como os livros o ajudaram na recuperação e sonha em ajudar clínicas de reabilitação com doações.

Lucas Henrique dos Santos da Silva, conhecido como "Menino do Vício", é um influenciador que superou a dependência química e hoje utiliza suas redes sociais para compartilhar sua jornada de recuperação e incentivar a leitura. Com mais de 250 mil seguidores no TikTok, ele relata como os livros se tornaram seu "remédio" durante o processo de abstinência. "Pensei: vou comprar um livro, pelo menos gasto o dinheiro e não compro mais droga e me distraio", afirma Lucas.
O influenciador, que começou a gravar conteúdo em 2022, redirecionou seus gastos com vícios como maconha e cocaína para a compra de alimentos e livros. Ele menciona que sempre teve problemas com vícios, incluindo compulsão alimentar e jogos. "Menino do vício" se tornou sua assinatura nas redes, onde muitos o conhecem apenas por esse nome. Desde fevereiro, ele afirma estar completamente limpo, e a possibilidade de influenciar outros a deixarem as drogas o motivou a criar seus vídeos.
Durante sua trajetória, Lucas leu entre quarenta e cinquenta livros, destacando que a leitura o ajudou a lidar com a abstinência. Ele compartilha resenhas e memes sobre os livros que lê, além de interagir com seus seguidores. O apoio que recebe nas redes sociais o surpreendeu, com comentários negativos sendo mínimos. Ele também participou da Bienal do Livro, onde teve a oportunidade de conhecer seu ídolo, o escritor Raphael Montes, e interagir com diversos autores.
Os gêneros literários preferidos de Lucas incluem suspense e terror, e ele se considera eclético, já tendo lido obras de autoajuda e ficção. O momento de leitura varia conforme seu humor, e ele ainda não começou a usar um Kindle que ganhou de presente. Lucas expressa seu desejo de criar um clube do livro e ajudar clínicas de reabilitação com doações de livros, além de estudar psicologia para apoiar pessoas que enfrentam vícios.
Atualmente, ele está escrevendo sua autobiografia, com a intenção de inspirar outros que enfrentam desafios semelhantes. "Nada melhor do que alguém que já passou por isso para dizer: não desista", destaca. Entre seus livros favoritos estão "Jantar Secreto", de Raphael Montes, e "Misery", de Stephen King, que refletem seu gosto por histórias intensas e repletas de reviravoltas.
A trajetória de Lucas Henrique é um exemplo de superação e transformação. Projetos que incentivam a leitura e a recuperação de dependentes químicos são essenciais e podem ser apoiados pela sociedade. A união em torno de causas como essa pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam um novo caminho.

O documentário "Pele de Vidro", de Denise Zmekhol, reflete sobre o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida em 2018, abordando a tragédia e a crise habitacional em São Paulo. A obra será exibida na Mostra Cinema Urbana em Brasília.
O Dia Nacional da Vigilância Sanitária, celebrado em 5 de agosto, foi marcado por uma cerimônia no DF, reconhecendo ações que resultaram em mais de 20 mil fiscalizações e quase 6 toneladas de alimentos impróprios apreendidos.

A estilista Isa Silva, mulher trans, negra e nordestina, anunciou o rebranding de sua marca, que agora se chama Isa Silva, e apresentará sua nova fase em desfile no Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Cíntia Chagas leiloa vestido de noiva para apoiar vítimas de violência doméstica. A influenciadora, cujo casamento com Lucas Bove durou apenas três meses e foi marcado por acusações de agressão, busca ressignificar sua dor e gerar apoio. A iniciativa gerou reações mistas nas redes sociais, com elogios e críticas sobre a exposição do gesto.

Após a morte do artista plástico Francisco Galeno, sua família planeja criar uma fundação dedicada à cultura e crianças, preservando seu acervo em Brasília. O legado de Galeno, que influenciou a arte e a comunidade, será mantido vivo.

A pesquisa "Racismo no Varejo de Beleza de Luxo" revelou práticas discriminatórias e resultou no Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro, visando transformar a experiência de compra da população negra. O documento, embora sem efeito jurídico, busca promover mudanças significativas nas relações de consumo e conscientizar empresas sobre a importância de atender adequadamente esse público.