O Grupo Mac Laren investirá US$ 50 milhões na construção de um dique flutuante em Niterói, gerando 1.500 empregos diretos e 6.000 indiretos. A operação está prevista para 2026 e visa fortalecer a indústria naval brasileira.
O Grupo Mac Laren anunciou um investimento de US$ 50 milhões para construir um dique flutuante em Niterói, o primeiro do tipo no Cone Sul e um dos maiores da América Latina. A estrutura, que contará com o apoio do Fundo da Marinha Mercante, deve iniciar suas operações em janeiro de 2026. Este projeto visa aumentar a capacidade de manutenção e reparo de embarcações no Brasil, centralizando serviços em um único local e fortalecendo a posição de Niterói na indústria naval.
Durante a construção, o dique flutuante deve gerar 1.500 empregos diretos e 6.000 indiretos. Após a conclusão, a operação permanente poderá criar cerca de três mil empregos diretos e outros 12 mil indiretos. O vice-presidente do grupo, Alexandre Kloh, destacou que a decisão de construir o dique foi motivada pela demanda por manutenção e reparo no setor offshore, mesmo em períodos de baixa atividade na construção naval.
Kloh também ressaltou a importância da mão de obra qualificada, que precisa ser constantemente atualizada em relação às novas tecnologias. Ele comparou a manutenção de embarcações à de veículos, enfatizando que, após a construção, as embarcações necessitam de docagem obrigatória para manutenção, que será realizada no novo dique.
O dique terá 157 metros de comprimento, 40 metros de boca e capacidade para içar até 15 mil toneladas. A estrutura permitirá a implementação do modelo One Stop Shop, onde diversos serviços, como reparos mecânicos e elétricos, serão centralizados, reduzindo prazos de manutenção e custos logísticos para os clientes.
Niterói é considerada uma localização estratégica para a indústria naval e offshore, devido à sua proximidade com a Bacia de Santos, que abriga as maiores reservas de petróleo do Brasil. Atualmente, cerca de 90% da infraestrutura nacional para operações desse tipo está concentrada no município, o que aumenta a atratividade para novos investimentos.
Além do impacto econômico, o projeto também possui um componente social, com a participação do Instituto Meca, que atua nas comunidades locais. A prefeitura de Niterói está implementando medidas para apoiar o setor naval, incluindo um projeto de lei que oferece condições especiais para regularização de dívidas tributárias. A união da sociedade civil pode ser fundamental para impulsionar iniciativas que promovam o desenvolvimento e a recuperação econômica da região.
A Copa do Mundo de Projetos Sociais ocorrerá em maio de 2026 no México, com o Brasil representado pelo projeto "Estrelas" e "Street Child United Brazil". O evento visa empoderar jovens em vulnerabilidade social.
O Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR) revela que sessenta por cento dos municípios brasileiros estagnaram ou retrocederam em dez anos, com apenas três por cento superando 60 pontos. O Instituto Cidades Sustentáveis (ICS) destaca que as desigualdades regionais persistem, com a Amazônia Legal apresentando as piores pontuações. A renda da população é um fator crítico para o desenvolvimento sustentável.
Atualmente, 385 museus estão fechados no Brasil, representando 9,6% do total, com o Museu Giramundo em Belo Horizonte como exemplo de instituição afetada por altos custos e falta de recursos. A situação é alarmante, com a maioria dos fechamentos ocorrendo em São Paulo e Minas Gerais, e a falta de investimento público e pessoal agrava a crise no setor cultural.
O Largo da Batata, em São Paulo, passará por nova remodelação proposta pelo Instituto Jacarandá, com consulta pública até 7 de outubro. A Prefeitura busca revitalizar o espaço histórico, que enfrenta problemas de manutenção e atratividade.
Rodrigo Maia propõe a criação de uma Rede Independente de Monitoramento para combater a pobreza no Brasil, defendendo um plano que integre educação e serviços públicos de qualidade. A ideia é reverter a situação de emergência social e promover a mobilidade social, superando a dependência das transferências de renda.
A UPA de Ceilândia enfrenta superlotação extrema, com 50 internados em vez de 27 leitos, e muitos afastamentos da equipe por saúde mental. A situação se agrava após ato de vandalismo recente.