O grupo Ser em Cena estreia o espetáculo "Dodô" no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, no dia nove de julho, às 20h30. A peça, inspirada em "Esperando Godot", explora silêncio e memória com uma dramaturgia não-linear. Ingressos custam R$ 30 na plataforma Sympla. A direção é de Elisa Band, que colabora com o grupo desde 2016, e a trilha sonora é de Peri Pane.

O grupo Ser em Cena, conhecido por seu trabalho com pessoas que têm afasia, apresenta o espetáculo "Dodô" no dia 9 de julho de 2025, às 20h30, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. A peça é inspirada na obra "Esperando Godot", de Samuel Beckett, e aborda temas como silêncio, ruído e memória. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla por R$ 30.
O grupo é formado por indivíduos com afasia, uma condição neurológica que afeta a linguagem. A dramaturgia de "Dodô" é não-linear, incorporando experimentações sonoras, falas fragmentadas e movimentos corporais. Os integrantes do grupo não apenas atuam, mas também contribuíram para a criação da peça.
A direção é de Elisa Band, que colabora com a ONG Ser em Cena desde 2016 e já esteve à frente de outros projetos, como "Do Outro Lado do Oceano" e "Silêncios, Moléculas, Dinossauros". A trilha sonora do espetáculo é de Peri Pane, que complementa a proposta artística da peça.
O espetáculo "Dodô" se destaca por sua abordagem inovadora e inclusiva, refletindo a experiência de seus atores e a importância da comunicação em diferentes formas. A peça promete oferecer uma experiência única ao público, desafiando as convenções tradicionais do teatro.
O Teatro Sérgio Cardoso está localizado na Rua Rui Barbosa, 153, na Bela Vista, região central de São Paulo. Além da apresentação no dia 9, haverá uma sessão no dia 8, também às 20h30. O evento é uma oportunidade para o público se conectar com a arte e a realidade das pessoas com afasia.
Iniciativas como essa merecem apoio e reconhecimento, pois promovem a inclusão e a diversidade no cenário cultural. A união da sociedade civil pode ser fundamental para fortalecer projetos que visam dar voz e visibilidade a grupos marginalizados, como os que enfrentam desafios de comunicação.

Tokinho, cachorro agredido em Ponta Grossa, será indenizado em R$ 5 mil por danos morais e R$ 820 ao Grupo Fauna. A Justiça determinou que a indenização beneficie exclusivamente o animal, agora chamado Floquinho.

O Governo Federal firmará um convênio de R$ 1,4 milhão com a Casa Hope após a suspensão do apoio estadual. Ministros buscam reverter a decisão do governo de São Paulo para garantir mais recursos à instituição.
Neste sábado (17), a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) promove uma feira de adoção com cerca de 60 cães resgatados, todos prontos para encontrar um novo lar. A veterinária Aline Zorzan ressalta a importância da adoção responsável, que transforma vidas e ensina valores como compaixão e responsabilidade. Para adotar, é necessário ter mais de 18 anos, apresentar documento de identidade e assinar um termo de responsabilidade. Além disso, a Dival aceita doações para o cuidado dos animais.

Após um ano das enchentes no Rio Grande do Sul, 863 cães e gatos ainda aguardam adoção, enfrentando superlotação e condições precárias em abrigos. A diminuição do interesse em adotar agrava a situação.

Biólogas marinhas descobriram torres de argila feitas por ninfas de cigarras na Amazônia, que oferecem proteção contra predadores e regulam a respiração durante a metamorfose. A pesquisa revelou que torres maiores lidam melhor com estresse.

O projeto Dominó do Bem, em colaboração com a Cryptum, busca desburocratizar doações para ONGs brasileiras, promovendo transparência e auditabilidade. Com a adesão de 11 organizações, como a Educar+, a iniciativa visa facilitar a captação de recursos, especialmente para aquelas que nunca utilizaram tecnologia blockchain.