Gustavo Pierini, empresário argentino, fez uma doação de US$ 1 milhão à Escola Politécnica da USP, visando criar um fundo de endowment e promover a cultura de doações no Brasil. A iniciativa busca fortalecer a educação e tecnologia no país.

O empresário e engenheiro argentino Gustavo Pierini anunciou uma doação de US$ 1 milhão para a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), a maior já recebida pelo fundo da instituição. A iniciativa visa criar um fundo de endowment, promovendo a cultura de doações no Brasil, especialmente nas áreas de educação e tecnologia. Pierini, que já era um doador ativo, busca incentivar mais pessoas a contribuírem com causas educacionais.
A trajetória de Pierini na filantropia começou após sua experiência no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde obteve uma bolsa de estudos. Ele reconhece a importância do apoio financeiro na formação de talentos e, desde então, tem se dedicado a retribuir à sociedade. Inicialmente, suas doações eram modestas, variando entre US$ 100 e US$ 150 por ano, mas cresceram à medida que sua situação financeira melhorou.
Os fundos de endowment são comuns em universidades dos Estados Unidos, onde financiam instituições renomadas como Harvard e Stanford. No Brasil, a legislação de 2019 facilitou a criação desses fundos, e cada vez mais universidades estão adotando esse modelo. Pierini já havia contribuído anteriormente para o fundo Amigos da Poli, e sua recente doação de US$ 1 milhão marca um novo patamar de comprometimento.
Após concluir seu mestrado, Pierini trabalhou na consultoria financeira McKinsey, onde adquiriu experiência que o levou a fundar a consultoria Gradus. Ele destaca que cerca de um quarto dos engenheiros de sua empresa são formados na Poli, o que reforça sua conexão com a instituição. Sua doação será utilizada para um programa de pesquisa e desenvolvimento que envolve alunos e professores, com foco em criar tecnologia que beneficie a sociedade.
Pierini enfatiza que sua doação não é apenas um ato de generosidade, mas parte de um esforço para inspirar outros a contribuírem. Ele acredita que a cultura de doações no Brasil pode ser fortalecida por meio de exemplos concretos. A nova categoria de doador “visionário” foi criada para incentivar outros a se juntarem a essa causa, com o objetivo de arrecadar R$ 165 milhões para a Poli.
Iniciativas como a de Pierini demonstram como a união da sociedade pode impactar positivamente a educação e a tecnologia. Projetos que visam o fortalecimento de instituições educacionais merecem apoio, e a mobilização da comunidade pode fazer a diferença na formação de novos talentos e na promoção do desenvolvimento social.

Pesquisa do Datafolha revela que 40% dos responsáveis acreditam que crianças até 6 anos passam tempo excessivo em telas, enquanto 84% não reconhecem a importância da primeira infância. A pesquisa destaca a necessidade de conscientização sobre o desenvolvimento infantil e os riscos do uso excessivo de dispositivos eletrônicos.

A professora aposentada Valéria Cláudia Laboissieree Ulhoa, de 77 anos, se formou em Educador Político Social em Gerontologia na Universidade de Brasília, destacando a importância do aprendizado e das novas amizades. As inscrições para o curso estão abertas até 17 de agosto.

Apenas 15% das ruas brasileiras têm rampas de acesso, dificultando a mobilidade. Dados do Censo de 2022 revelam que 18% da população urbana vive em vias sem obstáculos, evidenciando a falta de acessibilidade. Apesar das leis que garantem rampas em edificações, a realidade é alarmante, com menos de 50% dos hospitais e um terço das escolas acessíveis.

Editoras alertam que, sem encomendas até agosto, a entrega de livros didáticos será inviável, afetando o ensino fundamental. O FNDE só garantiu a compra para o EJA, deixando a educação básica em risco.

Estão abertas as inscrições para o programa RenovaDF, que oferece dois mil cursos nas áreas de carpintaria, elétrica, encanação, serralheria e construção civil. Os alunos recebem bolsa, auxílio-transporte e kit uniforme.

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.