Um homem foi flagrado soltando uma rede de pesca de uma baleia-franca-austral em Palhoça, gerando polêmica. O Ibama investiga a ação, afirmando que intervenções devem ser feitas por órgãos competentes.

Um homem foi flagrado soltando uma rede de pesca presa em uma baleia-franca-austral, acompanhada de seu filhote, em Palhoça, na Grande Florianópolis. O incidente ocorreu no sábado, dia 12, e foi registrado em vídeo, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais. As imagens mostram o homem se aproximando da fêmea com uma prancha e utilizando um remo para retirar o apetrecho. Essa ação gerou polêmica, pois o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirma que intervenções desse tipo devem ser realizadas por órgãos competentes.
O Ibama está investigando a conduta do homem, ressaltando que uma avaliação técnica anterior indicou que a rede se desprenderia naturalmente, sem necessidade de intervenção. O superintendente do Ibama em Santa Catarina, Paulo Maués, afirmou que o enrosco era superficial e não interferia no comportamento natural da baleia, como a amamentação do filhote. Assim, a decisão dos órgãos especializados foi não realizar a soltura.
A baleia já havia sido avistada com a rede na quinta-feira, dia 10, pela equipe do projeto ProFRANCA, que monitora as baleias na região. Na ocasião, foi observado que a rede estava levemente presa na cabeça da fêmea, o que sugere que ela pode ter passado por uma rede maior. Eduardo Renault-Braga, gerente do projeto, destacou que situações semelhantes ocorrem com certa frequência e que o comportamento da baleia estava dentro do esperado para a época reprodutiva.
O vídeo da soltura gerou mais de oitenta mil visualizações e mais de quinhentos comentários nas redes sociais, com a maioria elogiando a atitude do homem. No entanto, a ação levanta questões sobre a responsabilidade e os protocolos adequados para lidar com animais marinhos em situações de risco. O Ibama continua a apurar os detalhes do caso e a necessidade de ações futuras.
Além da preocupação com a saúde da baleia, a situação destaca a importância da atuação de órgãos ambientais e da conscientização sobre a preservação da fauna marinha. A proteção de espécies ameaçadas, como a baleia-franca-austral, é fundamental para a manutenção do equilíbrio ecológico e da biodiversidade.
Iniciativas que promovem a proteção de animais marinhos e a educação ambiental são essenciais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença em projetos que visam a preservação e o cuidado com a fauna. Mobilizações e ações coletivas podem contribuir significativamente para a proteção de espécies ameaçadas e para a conscientização sobre a importância da preservação ambiental.

A bioeconomia no Brasil pode gerar até US$ 140 bilhões anuais até 2032, segundo estudo da Câmara Internacional de Comércio, destacando a importância da inovação e da comercialização. O Brasil busca liderar a agenda global com soluções sustentáveis em setores como alimentos e saúde.

Reservatórios da Grande São Paulo estão em níveis alarmantes, com apenas 41,1% de capacidade, o menor índice desde 2015. A Sabesp planeja campanhas de conscientização, mas racionamentos estão descartados.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, declarou situação de emergência em Padre Bernardo devido ao deslizamento do Aterro Sanitário Ouro Verde, que ocorreu em junho. A empresa Ouro Verde firmou um Termo de Ajuste de Conduta para remover 40 mil m³ de lixo até agosto.

Um vazamento de 4 mil litros de gasolina ocorreu em um posto de gasolina no Lago Sul, causado por falha na válvula de abastecimento. O Instituto Brasília Ambiental investiga o impacto ambiental e possíveis penalidades.

O Programa FAPESP para o Atlântico Sul e Antártica (PROASA) visa aumentar o investimento em pesquisa oceânica no Brasil, promovendo parcerias e abordagens interdisciplinares. O Brasil, com vasta área marítima e população costeira significativa, investe apenas 0,03% em pesquisa oceânica, muito abaixo da média global de 1,7%. O PROASA busca fortalecer a ciência e a sustentabilidade na região, integrando diferentes saberes e promovendo a coprodução de conhecimento com a comunidade local.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Parque Nacional da Tijuca reintroduzirá quatro araras-canindés, espécie extinta na região há mais de 200 anos, em uma ação do programa Refauna. Essa iniciativa, apoiada pelo ICMBio, visa restaurar a biodiversidade da Mata Atlântica, promovendo a recuperação ecológica e reconectando as pessoas à natureza. As aves, provenientes de um centro de reabilitação em São Paulo, passarão por aclimatação antes de serem liberadas.