O Hospital de Amor se destacou ao receber a certificação de Acreditação Qmentum International, tornando-se o primeiro serviço de Telessaúde oncológico do SUS a alcançar tal reconhecimento. A cerimônia, realizada em Barretos (SP), contou com a presença de Rubens Covello, CEO da Quality Global Alliance, e reforça o compromisso da instituição com a qualidade e segurança no atendimento. Em 2024, o serviço já realizou mais de 83 mil atendimentos, evitando deslocamentos e reduzindo emissões de carbono.

O Hospital de Amor alcançou um marco significativo ao receber a certificação de Acreditação Qmentum International para seu serviço de Telessaúde. A cerimônia ocorreu na sede da instituição, em Barretos, São Paulo, com a presença do CEO da Quality Global Alliance (QGA), Rubens Covello, além de colaboradores e convidados. Com essa conquista, o hospital se torna o primeiro serviço de Telessaúde oncológico do Sistema Único de Saúde (SUS) a obter tal reconhecimento internacional.
A certificação é fruto de uma avaliação rigorosa, fundamentada na metodologia da Health Standards Organization/Accreditation Canada, aplicada no Brasil pela QGA desde dois mil e seis. Este reconhecimento reforça o compromisso do Hospital de Amor com a excelência, a segurança do paciente e a promoção de um atendimento humanizado, integrando tecnologia e ampliando o acesso ao cuidado especializado.
André Pinto, gerente do departamento de Saúde Digital do Hospital de Amor, destacou que "esta conquista é um reconhecimento ao trabalho contínuo de inovação responsável e dedicação de toda a equipe". O serviço de Telessaúde oncológico visa aumentar o acesso ao cuidado e acompanhamento de pacientes em diversas regiões do Brasil, especialmente em áreas remotas com escassez de especialistas.
Em dois mil e vinte e quatro, o serviço de Telessaúde do Hospital de Amor realizou mais de oitenta e três mil atendimentos para trinta e três mil pacientes, abrangendo mil e quinhentos municípios em todos os vinte e sete estados brasileiros. Através do atendimento remoto, estima-se que os pacientes tenham evitado cerca de três milhões e trezentos mil quilômetros em deslocamentos mensais, resultando em uma significativa economia de tempo e recursos.
Além disso, essa redução de deslocamentos contribui para a diminuição de três vírgula sete toneladas de emissões de carbono anualmente. A certificação internacional consagra a trajetória do Hospital de Amor, consolidando seu serviço como referência nacional em qualidade, inovação e impacto social no atendimento oncológico.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois têm o potencial de transformar realidades e salvar vidas. A união em torno de projetos que ampliam o acesso à saúde pode fazer a diferença na vida de muitos pacientes que dependem de cuidados especializados.

A alfabetização científica é crucial, especialmente após a pandemia de Covid-19, onde tratamentos não comprovados foram defendidos. Joe Schwarcz lança "O Surpreendente Mundo da Ciência" no Brasil, promovendo o interesse pela ciência.

A empresa X anunciou o lançamento de uma nova linha de produtos sustentáveis, com preços e datas definidas, além de firmar parceria com a ONG Y para promover educação ambiental nas escolas.

A RIOinclui, sob a liderança da primeira-dama Cristine Paes, promove a 10ª edição do Fashion Bazar de 07 a 09 de agosto, com renda destinada ao Programa Moradia & Acesso. O evento contará com peças de marcas renomadas e do guarda-roupa da primeira-dama.

A Neurogram, healthtech paranaense, captou R$ 17 milhões e visa processar 100.000 exames de EEG até 2025, digitalizando laudos e desenvolvendo IA para monitoramento em UTIs. A inovação promete reduzir o tempo de análise em até 60%.

Os pagamentos do Bolsa Família em maio de 2025 começam no dia 19, com beneficiários de NIS final 1 recebendo primeiro. O auxílio-gás também será concedido a parte dos beneficiários, com novas regras de elegibilidade.

Arqueólogos descobriram ossos humanos no antigo Cemitério do Campo da Pólvora, em Salvador, revelando um sítio sagrado e histórico, o "Cemitério dos Africanos", protegido pelo Iphan. A pesquisa, iniciada em maio, destaca a importância cultural e a necessidade de preservar a memória dos escravizados.