O Hospital de Base do Distrito Federal receberá dois aceleradores lineares de fótons, aumentando a capacidade de atendimento em radioterapia e beneficiando até 2 mil pacientes anualmente. A iniciativa, viabilizada com R$ 19 milhões do Ministério da Saúde e emenda parlamentar, representa um avanço significativo na saúde pública, introduzindo tecnologia de ponta no SUS.

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) anunciou a aquisição de dois aceleradores lineares de fótons, com a expectativa de revolucionar o tratamento de radioterapia no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A assinatura do contrato ocorreu na última quinta-feira, 31 de julho, e os novos equipamentos devem chegar ainda este ano, permitindo a realização de radioterapia de alta tecnologia pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, o HBDF realiza cerca de 55 atendimentos mensais, totalizando aproximadamente 660 por ano. Com a chegada dos novos aceleradores, a capacidade de atendimento poderá triplicar, beneficiando até dois mil pacientes anualmente. O chefe do Serviço de Radioterapia do HBDF, Rafael Spindola Camargo, destacou que essa tecnologia, antes disponível apenas na rede privada, agora será acessível a todos.
A gerente de Apoio e Diagnóstico Terapêutico do HBDF, Elaine Araújo Rocha Silva, ressaltou que a fila para tratamento de radioterapia deve ser reduzida significativamente. A radioterapia é uma etapa crucial no tratamento do câncer, e o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Rodolfo Lira, enfatizou que os novos equipamentos representam uma vitória da gestão pública em prol da saúde e dignidade dos pacientes oncológicos.
Para garantir o pleno funcionamento dos novos aparelhos, será necessário aumentar a equipe atual em cerca de cinquenta por cento. Além disso, as salas de radioterapia no ambulatório do HBDF passarão por adaptações estruturais para atender às exigências dos novos equipamentos. O equipamento atual continuará em operação durante as obras, evitando desassistência aos pacientes.
A aquisição dos aceleradores foi viabilizada por meio de verbas do Ministério da Saúde e de emenda parlamentar do deputado distrital Eduardo Pedrosa, totalizando aproximadamente R$ 19 milhões. O presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, afirmou que o HBDF agora conta com uma das estruturas mais completas de radioterapia do país, elevando o padrão do tratamento oncológico na região.
Com a introdução da radioterapia de alta tecnologia, o Hospital de Base se posiciona para atender uma demanda crescente por tratamentos mais eficazes e seguros. Essa iniciativa não apenas melhora a qualidade do atendimento, mas também inspira a sociedade a se unir em prol de causas que promovam a saúde e o bem-estar, mostrando que a colaboração pode fazer a diferença na vida de muitos.

Mauricio Silveira, ator de 48 anos, está em coma induzido após complicações em cirurgia para remoção de tumor no intestino. A família agradece o apoio e atualiza sobre seu estado de saúde.

Em 2024, o Distrito Federal registrou 8.221 inserções do dispositivo intra-uterino (DIU) de cobre, mais que o dobro de 2021, após enfermeiros serem autorizados a realizar o procedimento. A medida visa ampliar o acesso ao planejamento reprodutivo e melhorar indicadores de saúde.

Cerca de 38 milhões de americanos e 20 milhões de brasileiros convivem com diabetes, mas exercícios físicos, especialmente treinos de força e alta intensidade, são eficazes no controle da glicemia.

Estudo da Universidade de São Paulo (USP) sequenciou o genoma de 2.723 brasileiros, revelando 8 milhões de variantes genéticas e destacando a diversidade étnica e suas implicações para a saúde pública. A pesquisa, publicada na revista Science, é um marco na representação da genética brasileira, abordando ancestralidades africanas, indígenas e europeias, e promete avanços na medicina de precisão no Sistema Único de Saúde (SUS).

O câncer de colo do útero continua a ser um grave problema de saúde na América Latina, com cerca de 19 mortes diárias no Brasil. A introdução do exame molecular para detecção do HPV no SUS em 2024 e a eficácia da vacinação contra o HPV destacam a urgência de priorizar a prevenção em vez do tratamento.

Ministério da Saúde destina R$ 150 milhões ao Programa Saúde na Escola, visando vacinar 90% de estudantes de 9 meses a 15 anos entre 14 e 25 de outubro. Mobilização busca reverter queda nas taxas de imunização.