Ministério da Saúde destina R$ 150 milhões ao Programa Saúde na Escola, visando vacinar 90% de estudantes de 9 meses a 15 anos entre 14 e 25 de outubro. Mobilização busca reverter queda nas taxas de imunização.

O Ministério da Saúde anunciou um investimento de R$ 150 milhões no Programa Saúde na Escola, visando aumentar a cobertura vacinal entre estudantes de 9 meses a 15 anos. A mobilização nacional começará no dia 14 de outubro e se estenderá até o dia 25 do mesmo mês, com a meta de imunizar 90% dos alunos dessa faixa etária. As vacinas prioritárias serão definidas conforme a idade dos estudantes.
Atualmente, cerca de 80% das escolas públicas do Brasil participam do programa, abrangendo 5.544 municípios e atendendo quase 28 milhões de estudantes. As crianças e adolescentes também poderão ser vacinados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Ferreira Rodrigues Caldas, destacou que as equipes de saúde visitarão as escolas para incentivar a vacinação.
Desde 2016, o Brasil enfrenta uma queda significativa nas taxas de imunização infantil. Embora o Ministério da Saúde tenha reportado melhorias na cobertura de 13 vacinas infantis no ano passado, os índices ainda estão abaixo das metas estabelecidas pelo governo federal, que variam entre 90% e 95%. A mobilização atual visa alcançar essas metas, conforme enfatizou Ana Luiza.
As escolas fornecerão um termo de autorização ou recusa aos pais e responsáveis, e os profissionais de saúde verificarão a carteira de vacinação dos alunos nas unidades de ensino. Mauro Guimarães Junqueira, secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), afirmou que a vacinação nas escolas é uma facilidade para os pais, considerando que o número de imunizantes disponíveis mais que dobrou na última década.
A mobilização não se restringirá apenas à imunização. Durante o período, outras iniciativas de saúde, como educação em saúde mental e saúde bucal, também serão oferecidas às comunidades escolares. Essa abordagem integrada visa promover um ambiente mais saudável e consciente entre os jovens.
É fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que garantam a saúde das crianças e adolescentes. Projetos que promovem a vacinação e a educação em saúde podem fazer uma diferença significativa na vida de muitos. A união em torno dessas causas é essencial para fortalecer a saúde pública e garantir um futuro mais saudável para todos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a urgência de eliminar a hepatite viral, que causa 1,3 milhão de mortes anuais e classifica a hepatite D como cancerígena. Ações imediatas são necessárias.

O Brasil enfrenta um retrocesso no combate ao tabagismo, com a taxa de fumantes adultos subindo de 9,3% para 11,6% em 2024, impulsionada por cigarros eletrônicos e marketing direcionado a jovens. Após décadas de sucesso em políticas antitabagistas, o aumento no consumo de produtos de tabaco, especialmente entre adolescentes, gera preocupações sobre a saúde pública e os custos sociais associados.

Foi lançada a Frente Parlamentar pela Eliminação da Malária na Amazônia, com apoio da OPAS, visando unir esforços para combater a malária, especialmente entre os povos indígenas. A iniciativa busca integrar políticas e ações sustentáveis.

O ator Nando Cunha, aos 58 anos, se afastou da peça "O Dia em que Raptaram o Papa" para priorizar sua saúde mental, enfrentando um quadro de depressão. Ele destaca que a doença não é fraqueza e agradece à equipe pela compreensão.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) implementa visitas de vinculação às maternidades, proporcionando às gestantes um ambiente acolhedor e seguro para o parto. O programa visa reduzir a ansiedade e fortalecer o vínculo com a equipe de saúde.

Campo Grande (MS) confirmou mais um caso de morcego com raiva, totalizando nove em 2025, superando os seis do ano anterior. A prefeitura alerta sobre a gravidade da doença e a proteção legal dos morcegos.