Brasil registra mais de um milhão de casos de dengue em 2025, com São Paulo em emergência. O país contabilizou 1.019.033 casos e 681 mortes até abril, embora os números sejam 75,1% menores que em 2024. Medidas de saúde foram intensificadas, especialmente em São Paulo, que enfrenta a maior carga da doença.

O Brasil registrou mais de um milhão de casos de dengue em 2025. Até o dia 12 de abril, foram contabilizados 1.019.033 casos prováveis da doença e 681 mortes, com outros 741 óbitos suspeitos em investigação. Apesar dos números elevados, o total de casos é 75,1% inferior ao mesmo período do ano anterior, que teve um surto histórico com 6,6 milhões de infectados e quase 6,2 mil mortes.
O cenário atual, embora melhor que o de 2024, ainda é preocupante. Este ano já é o sétimo mais letal da série histórica do Ministério da Saúde e o oitavo com mais casos registrados. O estado de São Paulo, que concentra quase 600 mil casos, decretou emergência de saúde pública para enfrentar a situação.
As regiões mais afetadas incluem Sudeste, Centro-Oeste e Sul, com São Paulo, Acre e Mato Grosso enfrentando os piores cenários. Enquanto São Paulo apresenta um aumento significativo, os estados do Acre e Mato Grosso registram uma alta em relação ao ano passado, sendo os únicos a piorar em 2025.
Para combater a dengue, o Ministério da Saúde anunciou novas ações que priorizarão 312 municípios mais afetados. Equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) serão enviadas para apoiar a organização da assistência, com a capacidade de instalar até 150 centros de hidratação.
As medidas de saúde pública são essenciais para controlar a propagação da doença e proteger a população. A mobilização da sociedade civil é fundamental para apoiar as iniciativas de saúde e ajudar as comunidades mais afetadas.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a superar os desafios impostos pela dengue. Projetos que visam oferecer suporte às vítimas e promover ações de prevenção devem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo que todos tenham acesso a cuidados e assistência adequados.

Campanha “Minha Escola Nota 10” inicia vacinação nas escolas do Rio Grande do Norte. O evento, parte do Programa Saúde na Escola, visa atualizar cadernetas de vacinação de alunos em 167 municípios, com a participação de autoridades e profissionais de saúde.

Helena, de 5 anos, enfrenta uma recidiva agressiva de leucemia linfoide aguda, necessitando de quimioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea, além de custos elevados e mudança temporária de cidade. A família busca apoio e se compromete a destinar eventuais sobras a instituições de caridade.

Estudo global revela que 80% dos especialistas em alopecia areata realizam testes para condições autoimunes, destacando o uso de inibidores de JAK como tratamento promissor, embora ainda debatido no Brasil.

Estudo da FMB-Unesp indica que a vitamina D pode potencializar a quimioterapia em mulheres com câncer de mama, com 43% de remissão no grupo que recebeu suplementação. Pesquisadores destacam a acessibilidade da vitamina como alternativa promissora.

O Ministério da Saúde ampliará a vacinação contra hepatite A para usuários da PrEP, visando vacinar 80% desse grupo e conter surtos na população adulta. A medida é uma resposta ao aumento de casos entre adultos, especialmente homens que fazem sexo com homens.

Aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) entre crianças é registrado, com destaque para o vírus sincicial respiratório (VSR) e influenza em Mato Grosso do Sul. A Fiocruz recomenda vacinação.