Hospital Regional de Taguatinga (HRT) se prepara para absorver cirurgias do Hospital Regional de Samambaia (HRSam), que passará por revitalização no centro cirúrgico, aumentando sua capacidade em 50%.
O Hospital Regional de Taguatinga (HRT) está se preparando para aumentar sua capacidade cirúrgica, visando absorver os procedimentos que seriam realizados no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), que passará por revitalização em seu centro cirúrgico nos próximos 45 dias. Em junho, o HRT registrou 298 cirurgias, e o superintendente da Região de Saúde Sudoeste, André Luiz de Queiroz, afirmou que a unidade possui seis salas de cirurgia, com possibilidade de ampliação para atender a demanda.
Atualmente, o HRSam realiza, em média, quatro cirurgias por semana. A médica Thalita Rassi, responsável pela Gerência de Assistência Cirúrgica do HRT, destacou que a equipe é capacitada para realizar procedimentos em 16 especialidades, incluindo oncologia, ortopedia, oftalmologia e ginecologia. Na sala de emergência, até sete cirurgias podem ser realizadas em um período de 12 horas, dependendo da demanda.
Apesar da revitalização no HRSam, a dinâmica de atendimento no pronto socorro do HRT não será alterada. O superintendente ressaltou que o HRSam não possui pronto socorro, apenas uma emergência obstétrica, que continuará a funcionar normalmente. O HRT, por sua vez, tem capacidade de gestão de leitos, permitindo a redução da pressão no pronto socorro em casos de aumento repentino de demanda.
A revitalização do centro cirúrgico do HRSam visa aumentar a capacidade do setor em até 50%. As atuais três salas passarão por melhorias, e duas novas serão ativadas. Além disso, a sala de recuperação terá um aumento de quatro para seis leitos, e na obstetrícia, o número de salas de parto subirá de seis para sete. O HRT também expandiu sua UTI pediátrica de quatro para seis leitos.
A Região de Saúde Sudoeste, que inclui Vicente Pires, Águas Claras, Arniqueiras, Samambaia, Recanto das Emas, Água Quente e Taguatinga, será beneficiada com novos investimentos do Governo do Distrito Federal. O futuro Hospital Regional do Recanto das Emas (HRE) contará com 100 leitos, além de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em Taguatinga, Água Quente e Águas Claras.
Essas melhorias e expansões nos serviços de saúde são essenciais para atender a crescente demanda da população. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam a continuidade e a qualidade do atendimento médico na região, beneficiando aqueles que mais precisam de assistência.

O Cehub e o laboratório Genun promovem palestra sobre novas diretrizes de rastreamento do câncer de colo do útero, substituindo o Papanicolau pelo teste molecular de PCR para HPV. O evento, gratuito e presencial, ocorrerá em 26 de junho, com o biomédico Marco Antônio Zonta, especialista em doenças infecciosas. A nova abordagem permite diagnósticos mais precoces e precisos, visando reduzir a mortalidade por câncer entre mulheres no Brasil, onde são esperados mais de 17 mil novos casos em 2025. As inscrições estão abertas até 25 de junho.

Teste rápido de meningite, que identifica até 15 agentes em uma hora, agora é coberto por planos de saúde e estará disponível no SUS. A iniciativa visa acelerar diagnósticos e tratamentos, salvando vidas.

Pesquisadores da USP analisaram a sarcobesidade, revelando a ausência de critérios diagnósticos e sugerindo suplementação de taurina, modulação da microbiota intestinal e exercícios físicos como intervenções eficazes.

Especialistas alertam sobre os riscos do uso inadequado de antibióticos em idosos, enfatizando a necessidade de ajustes nas doses e cuidados com interações medicamentosas. A Sociedade Brasileira de Infectologia destaca que a sensibilidade aumentada e doenças preexistentes tornam a prescrição crítica.

Hospital Regional de Santa Maria aplica vacina Nirsevimabe em prematuros. A vacina oferece proteção imediata contra o Vírus Sincicial Respiratório, visando reduzir complicações em bebês vulneráveis.

Boletim da Fiocruz revela aumento contínuo de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, especialmente entre crianças e idosos, com exceção de Tocantins, que apresenta queda significativa.