Ibama intensifica fiscalização na Amazônia e apreende maquinário de garimpo ilegal avaliado em R$ 1,5 milhão, interrompendo degradação ambiental próxima ao Parque Nacional dos Campos Amazônicos.
Brasília/DF (02/07/2025) – No dia 30 de junho, agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizaram uma operação de fiscalização em um garimpo ilegal localizado próximo ao Parque Nacional dos Campos Amazônicos, no município de Manicoré, sul do Amazonas. A invasão foi detectada através de análises de geoprocessamento, que revelaram a abertura de uma nova frente de garimpo em uma área de floresta densa, preservada e circundada por um raio de 40 quilômetros.
A operação resultou na apreensão e destruição de diversos equipamentos, incluindo duas escavadeiras hidráulicas, uma camionete, dois motores estacionários, 145 gramas de mercúrio metálico, uma espingarda calibre 22 com munições e uma antena Starlink. Além disso, um ponto de apoio com acampamento e cozinha improvisada foi interceptado. O valor total dos bens apreendidos ultrapassa R$ 1,5 milhão.
Os equipamentos foram caracterizados como instrumentos de crime ambiental, conforme o artigo 66 do Decreto 6.514/08. A destruição dos itens foi realizada em conformidade com o Art. 111 da mesma norma. Essa ação do Ibama é crucial para interromper o processo de degradação ambiental e a exploração econômica dos recursos naturais logo em seu início, evitando a lucratividade do crime e afastando os invasores do Parque Nacional.
Em um contexto de crise climática e urgência na proteção das florestas brasileiras, o Ibama intensifica sua presença na Amazônia. As equipes estão atentas aos principais focos de desmatamento e outros crimes ambientais, monitorando e agindo para cessar danos ao meio ambiente. A operação em Manicoré é um exemplo do compromisso do órgão com a preservação ambiental.
As análises de geoprocessamento utilizadas para identificar a invasão demonstram a importância da tecnologia na fiscalização ambiental. A atuação do Ibama, ao utilizar ferramentas modernas, reforça a necessidade de um monitoramento contínuo e eficaz das áreas ameaçadas pela exploração ilegal.
Nossa união pode fazer a diferença na luta pela preservação ambiental. Projetos que visam apoiar a recuperação de áreas degradadas e a proteção da biodiversidade são essenciais e podem ser impulsionados pela sociedade civil. Juntos, podemos contribuir para um futuro mais sustentável e justo.

Temperaturas globais atingem recordes históricos em março de 2023, com Europa enfrentando anomalias de 1,6 °C. Cientistas alertam para eventos climáticos extremos em decorrência do aquecimento.

A terceira Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, realizada na França, reúne líderes globais em defesa da conservação marinha e contra a mineração em alto mar. O evento, copatrocinado por França e Costa Rica, conta com a presença de quase cinquenta chefes de Estado, incluindo Luiz Inácio Lula da Silva e Emmanuel Macron, que clamam por uma moratória sobre a exploração do fundo do mar.

Relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) indica que entre 2025 e 2029, a temperatura global pode ultrapassar 1,5 °C, aumentando os riscos climáticos. A previsão é alarmante, com 80% de chance de 2024 ser o ano mais quente já registrado.

O Ministério da Integração anunciou a privatização da transposição do Rio São Francisco, gerando preocupações sobre o custo da água e a infraestrutura necessária para abastecer o Nordeste. Especialistas criticam a medida, destacando que a obra prioriza interesses econômicos em detrimento das comunidades vulneráveis.

Em 2024, a taxa de desmatamento da Mata Atlântica caiu 2%, influenciada por eventos climáticos extremos. O Ibama propõe medidas para fortalecer a proteção do bioma, incluindo revisão de mapas e resoluções.

A temporada de observação de baleias-jubarte em Ilhéus, Bahia, atrai turistas com uma taxa de sucesso de 95% em avistamentos. Passeios guiados por biólogos promovem a conservação ambiental e doações significativas.