O Hospital de Base do Distrito Federal lançou o Programa de Redução de Infecção de Sítio Cirúrgico (Prisc) para melhorar a recuperação de pacientes e reduzir complicações. A iniciativa, que será expandida para o Hospital Regional de Santa Maria, visa estabelecer um padrão de excelência em saúde.

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF) anunciou, no dia 24 de abril, o lançamento do Programa de Redução de Infecção de Sítio Cirúrgico (Prisc) no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Este programa tem como objetivo reduzir complicações pós-operatórias e proporcionar uma recuperação mais segura para os pacientes que passam por cirurgias. Durante o evento, colaboradores e pacientes foram apresentados ao novo protocolo, que foi desenvolvido pelo Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (Nucih).
O Prisc adota uma abordagem integrada, com ações de prevenção, capacitação e monitoramento. Entre as principais medidas estão a prevenção pré-operatória, técnicas cirúrgicas seguras, desinfecção rigorosa, uso adequado de antibióticos profiláticos, controle da temperatura corporal e da glicemia, além de boas práticas de cuidado pós-operatório. O objetivo é não apenas reduzir o índice de infecções, mas também diminuir o tempo de internação e melhorar a qualidade do atendimento cirúrgico.
A gerente-geral de Assistência do HBDF, Fernanda Abdul Hak, enfatizou a gravidade das infecções em sítio cirúrgico, que representam uma preocupação global. Segundo ela, essas infecções aumentam o tempo de internação e podem agravar a condição do paciente, levando até à morte. “Precisamos atuar antes mesmo de o paciente chegar ao centro cirúrgico”, afirmou.
O infectologista Tazio Vanni destacou a importância do HBDF como referência em procedimentos cirúrgicos, mencionando que a instituição é uma das maiores do Centro-Oeste e já atendeu até o presidente da República. Ele ressaltou que iniciativas como o Prisc fortalecem essa tradição de excelência em saúde.
Julival Ribeiro, responsável pelo programa, revelou que o Prisc é fruto de mais de um ano de trabalho e troca de experiências com especialistas internacionais, incluindo o cirurgião Atul Gawande, da Universidade de Harvard. Gawande é conhecido por implementar medidas simples e eficazes que reduziram infecções em contextos semelhantes na África.
Além do HBDF, o programa será expandido para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), ampliando seu impacto no combate às infecções hospitalares. A expectativa é que o Prisc se torne um modelo de boas práticas na assistência hospitalar, servindo de referência para outras instituições de saúde no Brasil e no exterior. A união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visam melhorar a saúde pública e a recuperação de pacientes.

O Ministério da Saúde lançou consulta pública até 18 de agosto para o Plano de Ação Nacional de Uma Só Saúde, com 18 diretrizes e 92 ações, visando integrar saúde humana, animal e ambiental. A participação social é essencial para enfrentar riscos sanitários complexos no Brasil.

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Carros autônomos e inovações como eVTOLs não resolvem os problemas de mobilidade urbana, desviando atenção de soluções estruturais necessárias, como transporte público de qualidade e cidades justas.

Os vereadores do Rio de Janeiro aprovaram o projeto de lei nº 1892/2023, que institui o Dia da Cegonha Reborn em 4 de setembro, em homenagem a artesãs que criam bonecos terapêuticos. A proposta, do vereador Vitor Hugo (MDB), visa reconhecer o trabalho de mulheres que superaram dificuldades emocionais por meio da confecção de bonecas realistas, ajudando outras pessoas em situações similares.