Bruxo Malagueta fundou a Igreja da Pombagira no Rio Grande do Sul, com investimento superior a R$ 500 mil, para acolher mulheres vítimas de violência e promover rituais de quimbanda. A igreja enfrenta intolerância religiosa e busca expandir sua missão.

Bruxo Malagueta, pai de santo do Rio Grande do Sul, inaugurou a Igreja da Pombagira em janeiro deste ano, em Porto Alegre. O espaço religioso, inspirado na quimbanda, tem como objetivo acolher mulheres vítimas de violência e promover práticas ligadas à entidade pombagira. A igreja é marcada por uma imponente estátua de pombagira com nove metros de altura e já recebeu investimentos superiores a R$ 500 mil.
Malagueta, cujo nome verdadeiro é Wilian Brito, esclarece que o uso do termo "igreja" visa desmistificar a ideia de que os frequentadores cultuam o diabo. Ele enfatiza que a casa é um local de acolhimento e proteção, onde as pessoas podem praticar sua fé. A quimbanda, de matriz africana, é a religião predominante, e a pombagira simboliza a força feminina e a ancestralidade das mulheres empoderadas.
A Igreja da Pombagira, embora direcionada ao público feminino, não exclui homens. Malagueta afirma que a única restrição é ao machismo. Atualmente, a igreja conta com fiéis que contribuem mensalmente para a manutenção do espaço. O bruxo também planeja construir cabanas para acolher os frequentadores, enfrentando desafios financeiros significativos, como o custo de R$ 120 mil para o fechamento do terreno.
Além da nova igreja, Malagueta está reformando a Casa da Pomba Gira em Canoas, que foi devastada por enchentes em 2024. Ele expressa interesse em expandir a ideia para outras localidades, buscando promover o respeito às casas de religião. No entanto, o trabalho enfrenta intolerância religiosa, com relatos de ataques tanto online quanto pessoalmente, incluindo uma abordagem de um pastor que tentou orar por ele.
A Igreja da Pombagira também se dedica a acolher mulheres vítimas de agressão, oferecendo apoio psicológico e jurídico. Apesar da disponibilidade de profissionais dispostos a ajudar, a procura por atendimento presencial tem sido baixa, o que surpreendeu Malagueta. Ele acredita que o preconceito pode ser um fator que impede as mulheres de buscar ajuda, embora tenha recebido contatos de pessoas de outros estados.
O trabalho da Igreja da Pombagira é essencial para a proteção e acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade. Projetos como esse merecem apoio da sociedade civil, pois podem fazer a diferença na vida de muitas pessoas que precisam de ajuda e acolhimento. A união em torno de causas sociais é fundamental para promover mudanças significativas e duradouras.

O Brasil registra um crescimento significativo no transporte público gratuito, com 136 cidades adotando a tarifa zero, impactando positivamente a economia e a mobilidade urbana. A proposta de financiamento e regulamentação avança em Belo Horizonte e no Congresso Nacional, prometendo transformar o sistema de transporte.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou a fábrica da Great Wall Motors em Iracemápolis, que gerará até mil empregos e produzirá até 50 mil veículos anualmente, focando em modelos híbridos. A montadora investirá R$ 10 bilhões no Brasil até 2032.

Após 17 anos de luta judicial, casal da Vila Cruzeiro receberá R$ 500 mil de indenização. A Justiça do Rio de Janeiro determinou a expedição de precatórios para complementar a indenização após ocupação indevida da casa do casal por policiais do Bope.

A Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro lançou um protocolo para prevenir a violência contra mulheres em estádios, em parceria com clubes locais. O aumento de 23,7% nas ameaças durante jogos motivou essa ação.

O pediatra Daniel Becker alerta sobre os danos do uso excessivo de telas na infância e adolescência, defendendo a regulamentação das redes sociais e propondo soluções práticas para os pais. Becker destaca a importância de experiências reais para o desenvolvimento infantil, alertando que as telas afastam as crianças do mundo real e expõem-nas a conteúdos prejudiciais.

A nova Lei das Pesquisas Clínicas no Brasil visa aumentar o número de estudos e facilitar o acesso a tratamentos inovadores, destacando histórias de pacientes beneficiados. A legislação garante que participantes não arcariam com custos, promovendo avanços na saúde pública.