Dados do IBGE indicam leve queda na informalidade no Brasil, que permanece em 38% da população ocupada. Especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que incentivem a formalização e protejam trabalhadores.

Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram uma leve queda na informalidade no mercado de trabalho brasileiro. O percentual de trabalhadores informais passou de 38,6% no trimestre encerrado em dezembro de 2024 para 38% no último trimestre, representando cerca de 38,9 milhões de pessoas. Apesar dessa redução, a informalidade continua a ser um obstáculo estrutural para o crescimento econômico do país.
Uma pesquisa da JOI-Brasil, realizada pela J-PAL LAC, destaca que a informalidade no Brasil se mantém em torno de 38% desde o ano 2000. O estudo também aponta que a informalidade é um problema comum na América Latina e no Caribe, onde mais de 50% dos trabalhadores estão fora da formalidade há pelo menos duas décadas, um índice significativamente superior ao de países desenvolvidos.
André Mancha, gerente da JOI-Brasil, enfatiza a necessidade de políticas públicas que incentivem a formalização, oferecendo benefícios claros para trabalhadores e empresários. Ele observa que muitos microempreendedores individuais (MEIs) não percebem as vantagens da formalização, como aposentadoria e licença-maternidade, e que a falta de clareza sobre esses benefícios contribui para a inadimplência.
O estudo sugere que o Brasil poderia se inspirar em práticas de outros países em desenvolvimento, como Bangladesh e Benin, que implementaram ações eficazes para aumentar a formalização. Um exemplo é o programa Acredita, que oferece crédito subsidiado a microempreendedores formalizados, mas que precisa ser acompanhado de orientações claras sobre os direitos e deveres dos empreendedores.
Embora o emprego formal ainda se mantenha em níveis historicamente elevados, há expectativa de um leve aumento na taxa de desemprego até o final do ano, devido à política de juros altos. Em períodos de recessão, a informalidade tende a crescer, funcionando como uma alternativa temporária para trabalhadores que perderam seus empregos formais, mas que pode resultar em estigmatização e menores salários a longo prazo.
Um levantamento do Sebrae indica que o número de jovens empreendedores aumentou 25% entre 2012 e 2024, mas seus rendimentos ainda estão 35% abaixo da média geral. O ambiente digital tem facilitado a entrada de jovens no mercado autônomo, mas muitos ainda ignoram os benefícios da formalização. A conscientização sobre a importância da formalização pode ser crucial para melhorar a situação desses trabalhadores. Nessa perspectiva, iniciativas que promovam a união e o apoio à formalização podem fazer a diferença na vida de muitos.

O CIEE inseriu mais de 180 mil estudantes em programas de estágio em 2024, destacando a importância da formação e inclusão social, além de promover a retenção de talentos nas empresas. Estagiários atuam em projetos estratégicos, contribuindo para inovação e diversidade.

O Estado de São Paulo inaugurou o Centro TEA Paulista, dedicado ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, com capacidade para 24 mil atendimentos anuais. O espaço oferece serviços integrados e acolhimento humanizado.

Válvula dispersora da barragem de Orós, no Ceará, foi acionada pelo ministro Waldez Góes, destacando a modernização e segurança hídrica da região, além de impulsionar turismo e economia local. A prefeita Tereza Cristina Alves Pequeno celebrou a obra como um marco de esperança e desenvolvimento para a comunidade.

O uso de inteligência artificial em terapia cresce, mas levanta questões sobre privacidade e eficácia. O Conselho Federal de Psicologia busca diretrizes para a prática psicológica nesse novo cenário.

A Prefeitura do Rio de Janeiro planeja revitalizar o Passeio Público, primeiro jardim público do Brasil, com eventos culturais para atrair visitantes e reocupar o espaço degradado. A iniciativa inclui uma roda de samba e a transferência de expositores da feira da Glória, buscando reverter o abandono histórico e promover a segurança no local.

Profissionais da comunicação se encontram em Paraisópolis para a terceira edição do Favela Cria, abordando inovação e mídia comunitária. O evento inclui workshops e apresentação musical de Crioleza, promovendo impacto social.