Leo Aversa lança o livro "Álbum", com fotos de cem músicos brasileiros, incluindo a icônica imagem de Adriana Calcanhotto na praia do Vidigal; royalties serão doados ao Retiro dos Artistas.

Dificilmente se pode apontar qual das imagens capturadas por Leo Aversa se tornou a mais icônica em seus 35 anos de carreira, dedicados a registrar a música brasileira. Contudo, a fotografia de Adriana Calcanhotto mergulhando um violão na praia do Vidigal, no Rio de Janeiro, é sem dúvida uma das mais reconhecidas. Esta imagem, que ilustra a capa do livro “Álbum”, foi tirada em 2008. Aversa, ao relembrar o momento, comenta que não esperava que o violão ficasse tão molhado, ressaltando: “Era um violão bem caro. Afogá-lo não estava nos meus planos, mas veio a onda...”
O fotógrafo destaca a habilidade de Calcanhotto em manter a pose, mesmo com a onda cobrindo tudo. “Se ela tivesse saído, teríamos perdido não só o instrumento, mas também a foto. Num centésimo de segundo ela percebeu o que estava em jogo. Uma artista brilhante”, afirma Aversa. A cantora, por sua vez, elogia a parceria com o fotógrafo, dizendo que sempre obtêm resultados incríveis, independentemente das circunstâncias. Sobre o violão, Calcanhotto revela que, após secar, o som do instrumento melhorou.
O novo livro de Leo Aversa, “Álbum”, compila fotografias de cem músicos brasileiros, refletindo sua trajetória na música nacional. Os royalties obtidos com a venda da obra serão destinados ao Retiro dos Artistas, uma instituição que apoia artistas em situação de vulnerabilidade. Essa iniciativa reforça a importância de cuidar de quem dedicou a vida à arte e à cultura.
A obra será lançada nesta terça-feira (22) no Rio de Janeiro, e promete atrair a atenção de amantes da música e da fotografia. Aversa, com seu olhar único, conseguiu eternizar momentos que marcam a história da música brasileira, e agora, com “Álbum”, ele compartilha essa riqueza com o público. O livro é uma oportunidade de apreciar a arte e, ao mesmo tempo, contribuir para uma causa nobre.
O trabalho de Aversa não só documenta a trajetória de artistas, mas também destaca a importância do apoio à cultura e à arte no Brasil. Ao adquirir o livro, os leitores não apenas desfrutam de belas imagens, mas também ajudam a garantir que artistas em dificuldades recebam o suporte necessário. Essa união em prol da cultura é fundamental para fortalecer a cena artística do país.
Iniciativas como a do Retiro dos Artistas merecem ser apoiadas e divulgadas. O lançamento de “Álbum” é uma excelente oportunidade para refletir sobre como podemos contribuir para o bem-estar de artistas que dedicaram suas vidas à música. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que precisam de apoio e reconhecimento.

A Câmara dos Deputados aprovou a criação do Dia Marielle Franco, a ser celebrado em 14 de março, em homenagem à vereadora assassinada em 2018 e aos defensores de direitos humanos. A proposta, de autoria do ex-deputado David Miranda e outros do PSOL, agora segue para o Senado. A relatora, deputada Benedita da Silva, destacou que a data fortalecerá a democracia e promoverá a proteção desses indivíduos, com ações voltadas à valorização de grupos marginalizados.

Rebeca Alexandria compartilha a história de seu filho, que depende da imunoglobulina, um medicamento vital produzido a partir do plasma sanguíneo de doadores, ressaltando a importância da doação de sangue. A campanha Junho Vermelho destaca como esse gesto pode salvar vidas e transformar realidades.

O 1º Congresso Latino-Americano da World Federation for Neurorehabilitation, realizado no hospital Sarah, destacou a reabilitação acessível e o uso da arte na recuperação de pacientes. Especialistas discutiram intervenções em Parkinson e a importância do teleatendimento.

Em agosto, o Núcleo de Gênero do MPDFT realizará o Fórum de Integração Todas Elas, promovendo o debate sobre estratégias de combate à violência doméstica, em homenagem à Lei Maria da Penha. O evento, aberto à sociedade civil e profissionais do sistema de justiça, visa fortalecer redes de proteção e garantir direitos às vítimas.
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu, por unanimidade, o direito de uma pessoa ser identificada como gênero neutro em seu registro civil, uma decisão inédita. A relatora, ministra Nancy Andrighi, destacou a importância da autoidentificação e da dignidade das pessoas não-binárias, enfatizando que a Justiça deve garantir respeito e proteção a todos, independentemente de sua identidade de gênero.

Pesquisas recentes sugerem que o café pode proteger o cérebro contra a doença de Parkinson, que afeta mais de 200 mil brasileiros, apresentando sintomas como perda do olfato e rigidez muscular. O diagnóstico precoce é crucial para um tratamento eficaz.