Três vacinas em desenvolvimento no Instituto Butantan foram incluídas no Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) do Ministério da Saúde, visando fortalecer o SUS. As vacinas são para dengue, gripe aviária e uma nova versão para idosos.

Três vacinas em desenvolvimento no Instituto Butantan, localizado em São Paulo, foram incorporadas ao Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) do Ministério da Saúde. Essa iniciativa visa promover soluções tecnológicas e produtivas para o Sistema Único de Saúde (SUS). As vacinas em questão são para dengue, gripe aviária e uma nova versão para influenza, focada em idosos.
De acordo com Cristiano Gonçalves, diretor de Inovação do Instituto Butantan, o PDIL oferece condições para o desenvolvimento dessas vacinas, fortalecendo a capacidade interna e nacional em áreas como desenvolvimento clínico e produção. A vacina contra dengue já está em análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o apoio do governo permitirá ao Butantan aumentar sua capacidade de produção e realizar ensaios clínicos em pessoas acima de 60 anos.
Sobre a vacina para gripe aviária, o Instituto Butantan está desenvolvendo um imunizante pré-pandêmico. O objetivo é ter uma plataforma pronta para uso caso a doença comece a se espalhar entre humanos, uma preocupação crescente entre as autoridades de saúde globalmente. O instituto planeja manter um estoque estratégico nacional para enfrentar uma possível pandemia de gripe aviária.
Gonçalves também destacou que o Butantan está se preparando para iniciar estudos em humanos, garantindo que todas as etapas de desenvolvimento estejam prontas. Com o produto testado, será possível produzir a vacina de forma rápida e eficaz em caso de um surto. A nova versão da vacina contra gripe visa aumentar a resposta imune em pessoas com mais de 60 anos e será disponibilizada no SUS.
O PDIL foi criado no ano passado para estimular o Complexo Econômico-Industrial da Saúde e promover inovações tecnológicas que impactem positivamente o SUS. Essa inclusão de vacinas no programa representa um avanço significativo na capacidade de resposta do sistema de saúde brasileiro.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união em torno de projetos de saúde pública pode fazer a diferença na vida de muitos. O fortalecimento da produção nacional de vacinas é essencial para garantir a saúde da população e a prevenção de doenças.

Foi lançada a primeira edição do Prêmio iCS de Economia & Clima, com inscrições até 8 de agosto, premiando três pesquisas sobre os impactos das mudanças climáticas na economia brasileira. O prêmio, promovido pelo Instituto Clima e Sociedade, busca estimular a produção de conhecimento científico e fortalecer a conexão entre ciência e políticas públicas. As melhores publicações receberão prêmios de R$ 20 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, avaliadas por especialistas em critérios como relevância e qualidade metodológica.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou as diretrizes para cirurgia bariátrica, permitindo o procedimento a partir de IMC de 30 kg/m² e para adolescentes a partir de 14 anos com obesidade grave. As novas regras visam atender a demanda por tratamentos mais acessíveis e seguros.

Rayssa de Melo e Thays Moura fundaram a fintech Agree em 2022, focada em facilitar o acesso ao crédito para o agronegócio, movimentando R$ 800 milhões e mirando R$ 1 bilhão até 2025. A empresa utiliza tecnologia para otimizar processos e planeja lançar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios.

Proposta de reforma do Código Civil no Senado pode classificar animais como "seres sencientes", permitindo ações judiciais em seu nome, mas ainda os mantém como bens. Especialistas divergem sobre os impactos dessa mudança.

A Justiça do Rio de Janeiro condenou a FGV e o município de Macaé a pagar R$ 243 mil por danos morais coletivos devido a questões machistas em concurso público, mas não anulou o certame. A União Brasileira de Mulheres buscava a anulação do exame e uma indenização de R$ 10 milhões.

O Programa Bolsa Maternidade do Governo do Distrito Federal cresceu 474% na entrega de kits para mães em vulnerabilidade social, beneficiando mais de 19 mil mulheres desde 2020.