A Penitenciária Feminina do Distrito Federal lançou o projeto "CorpoConsciente – Escuta de Si", que promove oficinas de bem-estar emocional para detentas, permitindo a redução da pena. As atividades, realizadas às sextas-feiras, incluem caminhadas, automassagens e movimentos livres, visando a saúde mental e a dignidade no sistema prisional. As psicólogas Clara Costa e Thais Germano conduzem as oficinas, que já mostraram resultados positivos nas primeiras semanas, com relatos de leveza e alívio entre as participantes.

A Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF) — Colmeia — lançou, em agosto, o projeto "CorpoConsciente – Escuta de Si", que oferece oficinas semanais focadas no bem-estar emocional das detentas. O programa utiliza o corpo como ferramenta para escuta e regulação emocional, promovendo a saúde mental e permitindo a redução da pena das participantes. A cada três dias de participação, um dia é descontado do tempo total de reclusão, conforme a Lei de Execução Penal.
As oficinas ocorrem às sextas-feiras e incluem atividades como caminhada, automassagem, exercícios de percepção corporal e movimentos livres ao som de música. Com duração prevista de três meses, o projeto é realizado em parceria com o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e já conta com duas turmas de trinta mulheres cada, participando de encontros de duas horas.
Na primeira semana, as participantes relataram sensações de leveza e alívio de tensões físicas após a oficina, que abordou a percepção corporal através de caminhadas em diferentes ritmos e automassagem. Clara Costa, uma das psicólogas responsáveis, enfatiza que a proposta vai além do exercício físico, promovendo uma escuta interna e autorregulação das emoções.
Thais Germano, também psicóloga do projeto, destaca que a iniciativa representa dignidade e saúde no sistema prisional, promovendo cuidado e escuta em um ambiente muitas vezes marcado pela rigidez. As oficinas são adaptadas para garantir acessibilidade, permitindo que todas as detentas possam participar e usufruir dos benefícios.
O engajamento das detentas foi imediato, com muitas expressando alegria e liberdade durante as atividades. As idealizadoras do projeto acreditam que a presença e a cultura podem transformar a experiência das mulheres no sistema prisional, proporcionando um espaço de expressão e autoconhecimento.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitas mulheres em situação de vulnerabilidade. A união em torno de projetos que promovem saúde mental e reintegração social é fundamental para transformar realidades e oferecer novas oportunidades.

A SES-DF promoveu a palestra “Creche Amiga da Amamentação” para apoiar a continuidade do aleitamento materno em creches, beneficiando mais de cinco mil crianças. A iniciativa busca melhorar as condições de armazenamento do leite materno e capacitar profissionais da educação.

Animais de assistência emocional, como cães e gatos, têm se mostrado fundamentais para o suporte de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), melhorando a qualidade de vida. Leticia Alves, influenciadora e médica veterinária, relata como seu cão Jackson e o gato Olaf ajudam a regular emoções e proporcionar segurança a ela e seu filho, diagnosticado com TEA. A presença desses animais é um fator positivo no tratamento e na inclusão social, refletindo a crescente atenção ao autismo no Brasil, que já atinge 2,4 milhões de pessoas.

A Prefeitura do Rio lançou dois novos empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida na Mangueira, totalizando 272 apartamentos e um Boulevard com melhorias na infraestrutura local. O investimento é de R$ 46 milhões.

Estudo da UFSCar revela que 86% dos profissionais da saúde no Brasil sofrem de Burnout, evidenciando a urgência de estratégias para ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. A gestão de riscos psicossociais será obrigatória a partir de maio de 2026.

Iniciaram as gravações do documentário "A Engenharia do Crime", que examina o impacto do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, focando nas famílias das vítimas e na memória coletiva. A produção, dirigida por Fernanda Araújo, é baseada no livro-reportagem de Murilo Rocha e Lucas Ragazzi.

A apresentadora Tati Machado compartilhou sua dor pela perda do filho, Rael, em entrevista ao Fantástico, ressaltando a importância de discutir a experiência e a nova lei que apoia famílias em luto. Ela agradeceu o apoio do público e enfatizou a necessidade de acolhimento para aqueles que enfrentam situações semelhantes.