Adolescente em tratamento de osteossarcoma em Luziânia (GO) enfrenta bullying sistemático na escola, levando ao indiciamento da diretora e da coordenadora por omissão. A situação revela a gravidade da intimidação e a necessidade de proteção integral.

A dor física causada pelo câncer é um desafio imenso, mas para uma jovem em Luziânia (GO), a situação se agravou com o bullying. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) apurou que a adolescente, aluna do Colégio Estadual Osfaya, foi alvo de intimidações sistemáticas na escola, com a omissão da direção, mesmo após alertas da família.
Diagnosticada com osteossarcoma, um tipo de câncer ósseo, a jovem passou a usar uma prótese na perna em 2023. As investigações revelaram que essa condição foi o gatilho para agressões verbais e comportamentais de duas colegas, que se intensificaram nos últimos três meses.
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) constatou que tanto a diretora quanto a coordenadora administrativa estavam cientes das agressões e decidiram não agir. Essa omissão deliberada resultou no indiciamento das educadoras pelo crime de intimidação sistemática, conhecido como bullying, e por descumprirem os princípios de proteção integral do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Além das servidoras, as autoras das agressões foram identificadas. A PCGO coletou provas materiais e testemunhais que confirmam a autoria dos atos. O inquérito foi finalizado e encaminhado às autoridades competentes, que agora devem decidir sobre as próximas medidas legais.
Esse caso destaca a importância de um ambiente escolar seguro e acolhedor, especialmente para estudantes que enfrentam desafios de saúde. A omissão de responsáveis pode agravar o sofrimento de jovens vulneráveis, tornando essencial a conscientização sobre o bullying e a necessidade de ações efetivas para combatê-lo.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam a inclusão e o respeito nas escolas. Projetos que visem ajudar vítimas de bullying e promover um ambiente escolar mais seguro devem ser incentivados e apoiados por todos nós.

A Casa de Chá, em Brasília, atraiu 143 mil visitantes em quase um ano e se destaca pela formação profissional em parceria com o Senac, que abrirá 6.600 vagas em cursos variados.

Museu Nacional recebe doação de esqueleto de baleia-cachalote de 15,7 metros, parte da campanha #Recompõe, visando restaurar acervo perdido no incêndio de 2018. A exposição está na Cidade das Artes.

Homens têm maior mortalidade precoce, enquanto mulheres vivem mais, mas enfrentam doenças crônicas e sofrimento mental, segundo estudo da The Lancet Public Health. A pesquisa destaca desigualdades de gênero na saúde.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em Boa Saúde, RN, devido à estiagem, permitindo à prefeitura solicitar recursos federais para assistência. Com essa medida, a cidade poderá adquirir alimentos, água e kits de higiene, enquanto o estado já conta com 52 reconhecimentos de emergência, sendo 41 por seca.

Irmãs Marizele e Marisa, da congregação Copiosa Redenção, viralizaram com vídeo de beatbox e dança, atraindo atenção internacional e planos para nova versão da música "Vocação de Amar e Servir".

A Bancada Feminista do PSOL acionou o Ministério Público para garantir apoio financeiro a delegados do interior na 5ª Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial, após pedido de auxílio ser negado. O evento, que ocorrerá no Memorial da América Latina, visa discutir políticas públicas para a população negra.