Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lança Projeto Acolher, oferecendo atendimento psicológico gratuito para colaboradores em unidades de saúde. A psicóloga Amsha Lima atende semanalmente, promovendo suporte emocional e melhorando a qualidade de vida no trabalho. A alta demanda reflete a crescente conscientização sobre saúde mental, especialmente após a pandemia.

Cuidar da saúde mental dos colaboradores é uma prioridade do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O Projeto Acolher oferece atendimento psicológico gratuito, visando proporcionar suporte emocional para enfrentar os desafios diários e melhorar a qualidade de vida no ambiente de trabalho. A psicóloga Amsha Lima é a responsável pelos atendimentos, que ocorrem semanalmente no Hospital Cidade do Sol e em unidades de pronto atendimento (UPAs), onde a demanda emocional é mais intensa.
A presença da psicóloga nas unidades de saúde é fundamental. Muitas vezes, os colaboradores enfrentam dificuldades para buscar ajuda fora do trabalho devido à distância ou à falta de tempo. Amsha destaca que “atender diretamente nas unidades de saúde faz toda a diferença”, pois isso facilita o acesso ao suporte e promove a troca de experiências entre os profissionais. O atendimento é realizado às terças-feiras, com até oito colaboradores atendidos por dia.
A alta demanda por esse serviço reflete a crescente conscientização sobre a importância da saúde mental no ambiente profissional. O estresse cotidiano, especialmente entre os profissionais da saúde, é um fator que agrava a situação. Amsha ressalta que “estamos vivendo uma era em que os transtornos emocionais são cada vez mais comuns”, e enfatiza que procurar ajuda é um ato de coragem e autocuidado.
Eziana Ribeiro da Conceição, técnica de enfermagem do Hospital Cidade do Sol e beneficiada pelo projeto, elogia a iniciativa. Para ela, o atendimento psicológico é essencial para lidar com o estresse e melhora a concentração no trabalho. “Só de saber que tenho um horário marcado para a terapia já me sinto mais aliviada”, afirma Eziana, destacando a importância do suporte emocional para a qualidade de vida dos profissionais.
O Projeto Acolher não se limita ao Hospital Cidade do Sol. Amsha também atende nas UPAs de Ceilândia e há outros psicólogos atuando em diferentes unidades, como no Hospital de Base do Distrito Federal. A ampliação do acesso ao suporte emocional é uma prioridade, e a divulgação do projeto é fundamental para que mais profissionais conheçam os serviços disponíveis.
Normalizar o cuidado com a saúde mental é crucial para promover um ambiente de trabalho mais saudável. Amsha enfatiza que fortalecer a saúde mental contribui para uma comunicação mais eficaz e um ambiente com menos conflitos. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam o bem-estar e a saúde mental dos trabalhadores.

A SES-DF ampliará o tratamento de AVC com novas técnicas em hospitais, visando reduzir mortalidade e sequelas. A iniciativa "AVC no Quadrado" promete melhorar a assistência e integrar equipes médicas.

A Internet das Coisas (IoT) promete transformar a saúde no Brasil, impulsionando a telemedicina. A previsão é de um crescimento de 17,9% na IoT até 2032, facilitando diagnósticos e acesso a especialistas. Equipamentos conectados permitem monitoramento remoto de pacientes, melhorando a precisão dos diagnósticos e tratamentos. A integração com Inteligência Artificial e 5G potencializa a eficiência do atendimento, enquanto a robótica avança nas cirurgias. Apesar dos desafios, como a proteção de dados, a IoT pode democratizar o acesso à saúde, tornando-a mais rápida e eficaz.

Bruna Biancardi e Viih Tube relatam experiências sobre a frenectomia de seus filhos, ressaltando a importância do diagnóstico precoce da anquiloglossia para um desenvolvimento saudável. A fonoaudióloga Flávia Puccini enfatiza que a intervenção rápida minimiza complicações.

Duas estudantes de medicina foram denunciadas por ironizar o caso de Vitória Chaves da Silva, que faleceu após complicações de saúde. A família busca retratação e a Polícia Civil investiga.

Mais de 300 espirometrias foram realizadas em maio no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) com apoio do programa AbraçAR, visando diagnosticar e monitorar doenças respiratórias. A ação é crucial para o tratamento de condições como DPOC e asma.

A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, destaca a urgência de discutir o câncer colorretal, que afeta cada vez mais jovens. A prevenção inclui hábitos saudáveis e exames regulares a partir dos 45 anos.