A exposição "Entre corpos", no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, apresenta obras de artistas do Instituto Meca, explorando ancestralidade e justiça social até 24 de agosto. Com curadoria de Nathália Grilo, a mostra destaca a transformação de um espaço industrial em um polo criativo, promovendo a arte como ferramenta de mudança social.

Pincéis, tintas e instalações coexistem com guindastes e navios na Ilha da Conceição, em Niterói. Este cenário inusitado abriga o Instituto Meca, uma iniciativa que se destaca como um centro de arte, cultura, sustentabilidade e educação. O instituto, localizado em um casarão colonial português do século XVIII, oferece um programa de residência em artes visuais, proporcionando a artistas de diversas regiões do Brasil um espaço para criação e intercâmbio cultural.
Até 24 de agosto, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) recebe a exposição "Entre corpos", com curadoria de Nathália Grilo. A mostra apresenta obras de artistas que participaram das residências no Meca, incluindo esculturas, instalações, pinturas, vídeos e performances. Os trabalhos exploram temas como ancestralidade, meio ambiente, subjetividade, memória e justiça social, buscando não apenas representar, mas também interagir criticamente com o mundo.
Eduardo Mac Laren, diretor de sustentabilidade do grupo, enfatiza que o Instituto Meca vai além de ser um espaço para artistas. Ele se propõe a ser um agente de transformação cultural e social. Além do programa de residência, o instituto promove oficinas para a comunidade em áreas como gastronomia e educação financeira, além de ações ambientais, como o reflorestamento de uma área de cem mil metros quadrados no Morro da Ilha da Conceição.
Entre os artistas em destaque na exposição estão Carla Santana, que explora o corpo e a argila; Rayana Rayo, que aborda memória e autoconhecimento; Mariana Rocha, que investiga a relação entre corpo, água e natureza; e Iagor Peres, que questiona a relação da matéria com o espaço. Essas obras já estão ganhando reconhecimento em importantes instituições, como a Pinacoteca de São Paulo e o Instituto Inhotim, em Minas Gerais.
Nathália Grilo, curadora da exposição, destaca que as obras são expressões materiais dos universos internos dos artistas. Ela afirma que não se trata apenas de representação, mas de presença, com um diálogo profundo entre corpo, território, ancestralidade e transformação. A mostra está aberta ao público de terça a domingo, das 10h às 18h, com ingressos a R$ 16, sendo gratuita para moradores de Niterói às quartas-feiras.
Iniciativas como a do Instituto Meca são fundamentais para o fortalecimento da arte contemporânea e da cultura local. A união da sociedade civil pode ser um motor de mudança, apoiando projetos que promovem a arte e a educação, além de ações que visam a sustentabilidade e a inclusão social. Essa é uma oportunidade para todos se envolverem e contribuírem para um futuro mais criativo e transformador.

O programa Vai de Graça, do Governo do Distrito Federal, promoveu um aumento de 60% na demanda por transporte público, facilitando o acesso a eventos como o do Jardim Zoológico no Dia do Trabalhador. A gratuidade no transporte aos domingos e feriados tem proporcionado novas experiências aos moradores, permitindo que famílias aproveitem momentos de lazer em locais antes considerados distantes.

William Hertz e Edimarcia Virissimo, doadores regulares de sangue, compartilham suas experiências e a importância da doação, destacando um gesto que pode salvar vidas. Apenas 1,6% da população brasileira doa regularmente.

O governo brasileiro apresentou um plano de acomodação para a COP30, com 2.500 quartos disponíveis, priorizando acessibilidade e tarifas entre 100 e 600 dólares, enquanto a pressão sobre a infraestrutura hoteleira aumenta.

Blitzes no Rio de Janeiro agora aceitam pagamento de multas na hora com máquinas de cartão e lançam programa de CNH Social para capacitar cidadãos em vulnerabilidade. Novas regras visam coibir práticas predatórias.

A Universidade Federal do Pará (UFPA) será sede da "Aldeia COP", que acolherá mais de três mil indígenas durante a Conferência das Partes (COP 30) em Belém, promovendo debates sobre justiça climática. A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, destacou que essa será a maior participação indígena na história da COP, com representantes de diversos países da bacia amazônica. A iniciativa visa garantir diálogos diretos com autoridades e ampliar a presença e a qualidade da participação indígena nos debates climáticos.

A América Latina e o Caribe enfrentam uma fase de vulnerabilidade que ameaça conquistas em desenvolvimento humano, exigindo políticas públicas resilientes para transformar crises em oportunidades. A resiliência deve ser central nas ações, promovendo capacidades, segurança humana e agência, essenciais para enfrentar desafios estruturais e crises diversas.