Silvana Pires, executiva de RH, destaca a urgência de integrar inteligência artificial e sustentabilidade nas empresas, enfatizando a formação de novas competências para enfrentar a crise climática.

Silvana Pires, executiva sênior de Recursos Humanos e membro do Clube CHRO da EXAME e Saint Paul, destaca a importância de integrar práticas sustentáveis à cultura organizacional. Em uma conversa com sua filha, que se referiu ao ChatGPT como seu "melhor amigo", Silvana percebeu que a nova geração vê a inteligência artificial como uma aliada, não uma ameaça. Para ela, tanto a inteligência artificial quanto a sustentabilidade devem ser encaradas como partes essenciais do ambiente de trabalho contemporâneo.
Com quase duas décadas de experiência em Recursos Humanos, Silvana enfatiza que a transformação digital exige uma nova abordagem. Ela acredita que o setor deve ser mais do que operacional, integrando a agenda de sustentabilidade nas políticas de gestão de pessoas. Exemplos internacionais, como empresas no Panamá que oferecem bônus por ações sustentáveis, ilustram a necessidade de um modelo que promova a responsabilidade ambiental nas organizações.
Silvana critica a falta de ações concretas em grandes centros urbanos, onde a sustentabilidade ainda é vista como uma meta distante. Ela defende que as empresas devem alinhar discurso e prática, promovendo uma transição justa e um modelo de compensação que considere o impacto ambiental. A nova geração de trabalhadores busca coerência e pertencimento, questionando as ações das empresas em relação a seus valores.
A executiva alerta que ignorar a crise climática é um erro estratégico. As consequências das mudanças climáticas são globais e inescapáveis, afetando diversas regiões simultaneamente. Para Silvana, a responsabilidade ambiental não é uma escolha, mas uma urgência ética que deve ser incorporada nas práticas empresariais.
Silvana propõe a formação de novas competências que devem ser estruturantes, desde a educação infantil até políticas públicas. Ela destaca a importância de uma educação socioambiental que prepare as futuras gerações para os desafios da economia verde. A mobilização de grandes organizações pode ser um diferencial na construção de um futuro sustentável.
Em um cenário onde a sustentabilidade e a tecnologia se entrelaçam, a união da sociedade civil pode ser um motor de mudança. Projetos que promovam a conscientização e a ação em prol do meio ambiente são essenciais para transformar a realidade atual. A colaboração pode gerar um impacto significativo, mobilizando recursos e engajando a comunidade em causas que visam um futuro mais sustentável.

A Boehringer Ingelheim, com 70 anos no Brasil, destaca-se em responsabilidade social ao capacitar hospitais e realizar espirometrias, além de obter certificação carbono neutro em sua planta. A farmacêutica, por meio dos programas ANGELS e Abraçar, busca melhorar o acesso à saúde e prevenir zoonoses, refletindo um compromisso contínuo com a sustentabilidade e a transformação social.

A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis e anunciou um novo item inovador, que será mais eficiente e acessível, além de firmar parceria com ONGs para educação ambiental.
Neste sábado, Fortaleza e outras cidades do Ceará receberão uma demonstração do Defesa Civil Alerta (DCA), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ferramenta, que será ativada no Nordeste a partir de 18 de junho, enviará alertas gratuitos via celular para 36 municípios, visando a segurança durante o período chuvoso.

Após a denúncia do influenciador Felca sobre a exploração de crianças nas redes sociais, o governo Lula anunciou um projeto de lei para proteção infantil online e a Câmara dos Deputados criou um grupo de trabalho para discutir a questão.

Atualmente, 385 museus estão fechados no Brasil, representando 9,6% do total, com o Museu Giramundo em Belo Horizonte como exemplo de instituição afetada por altos custos e falta de recursos. A situação é alarmante, com a maioria dos fechamentos ocorrendo em São Paulo e Minas Gerais, e a falta de investimento público e pessoal agrava a crise no setor cultural.

Leticia Lyle defende uma abordagem coletiva e sistêmica para combater o bullying nas escolas brasileiras, destacando a importância da transformação cultural e da inclusão. O bullying, muitas vezes minimizado como brincadeira, é uma violência premeditada que requer atenção e ação conjunta de toda a comunidade escolar.