Irmã Rosita Milesi, advogada e religiosa, foi premiada com o Faz Diferença 2024 na categoria Mundo, destacando seu trabalho em defesa dos imigrantes e refugiados no Brasil. Em mensagem, ela pediu acolhimento e empatia.

Rosita Milesi, advogada e religiosa, foi premiada com o Faz Diferença 2024 na categoria Mundo, reconhecendo seus trinta e seis anos de dedicação à defesa dos direitos dos imigrantes. A cerimônia ocorreu no Teatro do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, onde a premiada não pôde comparecer, mas enviou uma mensagem em vídeo. Ela expressou gratidão ao GLOBO, ressaltando que o prêmio é um reconhecimento coletivo, refletindo as histórias de vida de migrantes e refugiados que encontrou em sua trajetória.
Na mensagem, irmã Rosita compartilhou relatos de dificuldades enfrentadas por esses indivíduos, como guerras e fome, mas também destacou a coragem e a esperança que eles trazem ao buscar uma nova vida. Como coordenadora da RedeMir, que reúne quase setenta organizações em prol do acolhimento de deslocados, e membro do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), ela enfatizou a importância de apoiar as mulheres, crianças e os mais vulneráveis entre os migrantes.
Formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, irmã Rosita também possui mestrado em migração e refúgio pela Universidade Pontifícia Comillas, na Espanha. Em sua mensagem, ela fez um apelo à empatia, pedindo que a sociedade brasileira acolha os refugiados e migrantes que chegam em busca de paz e oportunidades. “Eles vêm quase sem pertences, mas com muita esperança”, afirmou.
A escolha de irmã Rosita como vencedora do prêmio foi feita por meio de votação popular e por um júri composto por profissionais da área. Entre os jurados estavam Leda Balbino, Malu Gaspar, Guga Chacra e Maha Mamo, vencedora na categoria em 2023. O Faz Diferença é uma iniciativa do GLOBO em parceria com a Firjan SESI, com apoio da Naturgy e da Petrobras.
O reconhecimento de irmã Rosita Milesi destaca a relevância do trabalho em defesa dos direitos dos imigrantes em um contexto global onde essa população enfrenta crescente hostilidade. Sua trajetória inspira ações concretas e mobilizações sociais em favor da inclusão e do acolhimento, fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa.
Iniciativas como a de irmã Rosita podem servir de exemplo para a sociedade civil, que tem a oportunidade de se unir em prol de causas que promovem a dignidade e os direitos humanos. A união em torno de projetos sociais pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam recomeçar em um novo país.

O Refugio Huellas de Amor, em Pereira, Colômbia, resgatou mais de 1.500 animais desde 2010. Com o novo Plano Salva-Vidas, o abrigo busca apadrinhamento e vendas de Produtos Solidários para garantir o bem-estar dos animais.

A Campanha do Agasalho Solidário, liderada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, recebeu quase 350 itens da Secretaria de Saúde do DF, visando arrecadar mais de 10 mil até 17 de julho. A ação conta com pontos de coleta em órgãos do GDF.

O projeto social "Emergindo a Caminho do Futuro", fundado por Sandra Matos, oferece serviços essenciais a pessoas vulneráveis no Rio de Janeiro e Baixada Fluminense desde 2021. A iniciativa busca voluntários e materiais para expandir suas atividades, enfrentando desafios na captação de recursos e logística.

Elefantas resgatadas, Pupy e Kenya, trocam a Argentina pelo Brasil em busca de uma vida mais natural. Kenya, que chega ao Santuário de Elefantes Brasil, poderá formar uma nova amizade com Pupy.

Mouhamed Harfouch será Torben Grael no filme “Viver de vento”, que narra a vida do velejador Lars Grael, interpretado por Daniel de Oliveira. O longa, dirigido por Marcos Guttman, destaca a superação e o impacto social da ONG Projeto Grael.

O projeto de lei que proíbe testes em animais para cosméticos foi aprovado na Câmara dos Deputados e aguarda sanção do presidente Lula, após 12 anos de mobilização. Organizações e artistas apoiam a medida.