João Carlos Martins, após um diagnóstico de câncer de próstata e cirurgia bem-sucedida, emocionou o público no Carnegie Hall, reafirmando seu compromisso com a educação musical e o legado que deseja deixar.

João Carlos Martins, renomado pianista e maestro, recebeu um diagnóstico de câncer de próstata em março de 2025, pouco antes de um concerto no Carnegie Hall, em Nova York. O artista, que já passou por 31 cirurgias e convive com distonia focal do músico, decidiu se submeter a uma cirurgia imediata, que foi bem-sucedida. O tumor foi removido, mas o pós-operatório trouxe desafios significativos.
Apesar das dificuldades, Martins se preparou intensamente para sua apresentação, que seria a última do circuito internacional. No entanto, dois dias antes do concerto, ele contraiu um vírus que causou uma tosse intensa. Mesmo assim, o evento ocorreu conforme o planejado, e o maestro iniciou o concerto regendo uma peça de Bach, seguida por obras de Villa-Lobos.
Durante a segunda parte do concerto, Martins destacou a importância de compositores clássicos que migraram para o popular, utilizando luvas biônicas que facilitam a movimentação dos dedos. Ele expressou seu desejo de fazer uma transição em sua carreira, dedicando-se cada vez mais à educação musical, um legado que pretende deixar para as futuras gerações.
Martins, que começou a tocar piano aos oito anos, desenvolveu uma metodologia de ensino que será aplicada em diversas escolas do Brasil a partir de 2026. Ele enfatizou a importância de apresentar a música de forma leve e divertida para as crianças, evitando que a vejam como uma obrigação.
O concerto, intitulado "Music Always Wins", simboliza a resiliência e a força da música. Em momentos como este, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam a educação musical e o acesso à cultura para todos.

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, de 21 a 28 de agosto, convoca as igrejas evangélicas a refletirem sobre a inclusão real, além da presença física, de fiéis com deficiência. A falta de diálogo e o capacitismo ainda excluem esses indivíduos, que possuem dons e habilidades valiosas.

Jorge Viana, presidente da Apex, criticou tarifas dos EUA como ação política contra o Brasil, destacando convênio com a Unicafes para capacitar cooperativas na exportação de produtos agroindustriais.
O Índice de Progresso Social revela que o Rio de Janeiro abriga cinco das dez cidades com piores índices de qualidade de vida do Brasil, com Resende sendo a melhor, mas fora do top 100 nacional. Prefeituras locais buscam melhorias em saúde e infraestrutura.

Uma oficina de poda promovida pela Embrapa e Emater-DF capacitou pequenos agricultores do Distrito Federal, que agora podem multiplicar a pitaya, aumentando a produção da fruta, que saltou de 500 para 700 toneladas.

Artista Paulo Nazareth foi barrado duas vezes ao tentar entrar descalço no CCBB de Belo Horizonte, gerando debate sobre normas de visitação e racismo institucional. O CCBB se retratou após o incidente.

A violência armada no Brasil compromete a educação infantil, com estudantes em áreas afetadas apresentando desempenho escolar inferior e altos índices de abandono. O Unicef destaca a urgência de ações coordenadas para garantir direitos e segurança.