O CIEE inseriu mais de 180 mil estudantes em programas de estágio em 2024, destacando a importância da formação e inclusão social, além de promover a retenção de talentos nas empresas. Estagiários atuam em projetos estratégicos, contribuindo para inovação e diversidade.

O estágio de ensino superior se consolidou como uma ferramenta essencial para a formação de jovens talentos, especialmente em um cenário de transformação digital e busca por diversidade nas empresas. Em 2024, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) inseriu mais de 180 mil estudantes em programas de estágio, ressaltando a importância da formação e da mentoria, além de promover a inclusão de grupos sub-representados.
Os programas de estágio modernos vão além de tarefas simples, permitindo que os estagiários desempenhem papéis significativos em projetos de inovação e na construção da cultura organizacional. Segundo Ana Paula Cavioli, diretora de Recursos Humanos da Motorola, os estagiários são integrados em projetos estratégicos desde o início, recebendo educação, experiência e mentoria, o que os prepara para o mercado de trabalho.
O impacto positivo desses programas é evidente, com cerca de cinquenta por cento dos estagiários sendo efetivados. Casos de sucesso, como líderes que começaram suas carreiras como estagiários, inspiram outros jovens e demonstram que há oportunidades reais de crescimento. O CEO do CIEE, Humberto Casagrande, destaca que as empresas que investem na formação de estagiários não apenas aumentam a produtividade, mas também melhoram o engajamento e a retenção de talentos.
Além disso, o estágio é uma ferramenta importante para a inclusão social, ajudando a aumentar a participação de mulheres em áreas técnicas e de pessoas negras em posições estratégicas. A troca de experiências entre gerações, ao integrar jovens da geração Z a equipes mais experientes, cria um ambiente propício para inovação e revisão de processos.
O CIEE atua como um agente de integração, garantindo que as empresas cumpram a legislação e oferecendo suporte na estruturação de programas de estágio. Mônica Vargas, superintendente Nacional de Operações e Atendimento do CIEE, enfatiza que os gestores devem lembrar que os estagiários são estudantes que precisam de orientação e oportunidades para aplicar o que aprendem na prática.
Com a inserção de mais de 180 mil estudantes em 2024, o CIEE reafirma seu compromisso com a inclusão e a formação de novos talentos. Projetos que visam apoiar a formação de jovens em situação de vulnerabilidade são essenciais para criar uma sociedade mais justa e igualitária. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida desses jovens, proporcionando oportunidades que transformam realidades.

Os pagamentos do Bolsa Família de junho de 2025 estão sendo finalizados hoje, 27 de junho, com novos benefícios e valores para famílias de baixa renda. O cronograma de repasses segue a ordem do dígito final do NIS.

Lalau e Laurabeatriz celebram trinta anos de parceria com o lançamento dos livros "Abissais" e "Vovôs e Vovós da Floresta", além de uma exposição em São Paulo com ilustrações originais e uma oficina gratuita.

O Circo no Ato celebra doze anos com apresentações gratuitas de três espetáculos e oficinas no Rio de Janeiro, priorizando a acessibilidade. A iniciativa visa fortalecer a cultura circense e impactar positivamente o público.

Fernando Magrin, fundador do bloco MinhoQueens, reflete sobre sua trajetória aos 60 anos, enfrentando homofobia e etarismo, e destaca a Parada do Orgulho LGBT+ de 2025, que abordará o envelhecimento na comunidade.

Neste fim de semana, a Prefeitura de São Bernardo promove o 'Viva o Paço' e o 'Viva SBC', com brincadeiras tradicionais e aulas de ritmos, resgatando interações sem tecnologia. As atividades ocorrem na Esplanada do Paço Municipal e em outros locais, das 14h às 20h, com destaque para jogos como pião e fubeca, além de brinquedos infláveis.

Durante a nona mesa da Festa Literária Internacional de Paraty, Ynaê Lopes dos Santos e Tiago Rogero abordaram a invisibilidade do racismo no Brasil, destacando a falta de representatividade negra no evento e a urgência de reparação social e financeira. Eles enfatizaram que a responsabilidade pela luta antirracista recai sobre os brancos, que se beneficiam do sistema. Lopes dos Santos defendeu a importância das cotas raciais e a necessidade de redistribuição de renda para promover equidade.