Jojo Todynho critica o SUS, gerando polêmica e resposta do Ministério da Saúde. O sistema atende mais de 200 milhões de brasileiros, com 84% da população dependendo dele. Roraima é o estado mais dependente, enquanto São Paulo tem o menor índice.

Recentemente, a cantora Jojo Todynho gerou polêmica ao criticar o Sistema Único de Saúde (SUS), afirmando que “só elogia o SUS quem não precisa usá-lo”. Essa declaração provocou reações nas redes sociais e levou o Ministério da Saúde a responder com uma campanha informativa, ressaltando a importância do SUS para a população brasileira. Atualmente, o SUS atende mais de 200 milhões de pessoas, com 84% da população dependendo exclusivamente dele, segundo dados do DATA SUS.
O SUS é um direito de todos os cidadãos que necessitam de assistência médica. O estado de Roraima é o mais dependente do sistema, com 95% da população utilizando exclusivamente o SUS. Outros estados com alta dependência incluem Acre (94%), Maranhão (aproximadamente 92%), Tocantins (91%) e Amapá (91%). Essa alta utilização na região Norte é atribuída à menor adesão a planos de saúde privados e à renda per capita mais baixa.
Em contraste, São Paulo apresenta o menor índice de dependência do SUS, com apenas 59% da população utilizando o sistema público. Essa diferença destaca as disparidades regionais no acesso à saúde, refletindo as condições socioeconômicas de cada estado. O SUS, criado pela Constituição Federal de mil novecentos e oitenta e oito e formalizado em mil novecentos e noventa, é reconhecido mundialmente por seu modelo de saúde pública universal.
Os serviços oferecidos pelo SUS são variados e abrangem desde atendimento de urgência e emergência em hospitais até assistência especializada em áreas como cardiologia e oncologia. O sistema também garante a distribuição gratuita de medicamentos essenciais e de alto custo, além de vacinas através do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que atende todas as faixas etárias.
Além disso, o SUS realiza transplantes de órgãos, monitoramento epidemiológico e vigilância sanitária, garantindo a segurança da população. O sistema também oferece atendimento em saúde mental por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e promove práticas integrativas e complementares, como yoga e acupuntura.
Diante da importância do SUS e das críticas levantadas, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam melhorias no sistema de saúde. A união em torno de projetos sociais pode fazer a diferença na vida de muitos brasileiros que dependem do SUS para garantir seu direito à saúde.

Sala de palivizumabe na Policlínica do Gama já aplicou 110 doses em crianças. A nova sala, inaugurada em fevereiro de 2023, tem beneficiado crianças em risco de infecções respiratórias graves, como o caso de um bebê que recebeu três doses do medicamento. A equipe realiza triagens e busca ativa para garantir que as crianças recebam a prevenção necessária.

Dra. Louise De Brot e Dr. Eduardo Batista Candido alertam sobre a necessidade de um rastreio mais direcionado para cânceres ginecológicos, evitando exames desnecessários que podem causar danos às pacientes.

Ataques de abelhas africanizadas aumentaram 83% no Brasil entre 2021 e 2024, resultando em 125 mortes em 2023 e 2024. Pesquisadores da Unesp alertam para a falta de tratamento específico e registraram patente de soro antiapílico.

A suplementação infantil é cada vez mais discutida no Brasil, onde a desnutrição e a obesidade coexistem. Especialistas alertam sobre a importância da orientação profissional para seu uso seguro e eficaz.

A partir de maio, o Sistema Único de Saúde (SUS) introduzirá um teste molecular para detectar o DNA do HPV, aumentando a prevenção do câncer de colo de útero. O novo exame permitirá intervalos maiores entre as coletas, promovendo uma abordagem mais eficaz na detecção precoce da doença. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) prevê 17 mil novos casos em 2025, destacando a importância dessa inovação na saúde pública.

A Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, firmou parcerias com a EMS para produzir liraglutida e semaglutida no Brasil, visando reduzir custos e ampliar o acesso a esses medicamentos. A produção começará em Hortolândia (SP) e deve facilitar a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS).